Apresentação

 

O PROJETO DE AUDIÊNCIAS PÚBLICAS DA CORREGEDORIA-GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS 

bnr audiencia publica

 

O Projeto Audiências Públicas tem por finalidade promover o acesso e a melhoria da comunicação entre a comunidade e o Poder Judiciário nas comarcas do Estado, com intuito de receber sugestões, críticas, reclamações e, principalmente, respostas sobre a aceitação e o alcance das ações promovidas por esta Corregedoria.

O Poder Judiciário, à medida que busca propiciar à sociedade goiana uma participação imediata no diálogo com a justiça, possibilita ao cidadão uma interação consciente dos serviços próprios de sua área de atuação; ao mesmo tempo, se coloca como catalisador de soluções para as demandas sociais da alçada dos outros Poderes.

Este Projeto convida a comunidade para um debate aberto, despido das formalidades e solenidades sempre presentes nos atos do Poder Judiciário. A sociedade civil, por suas instituições já reconhecidas diretamente por seus cidadãos, terá ampla liberdade para dar opiniões, fazer solicitações e questionamentos, e ouvir orientações e respostas num ambiente participativo.

Além disso, o Projeto dá oportunidade ao próprio Poder Judiciário transmitir à comunidade informações sobre a sua atuação de maneira global e sobre a atuação dos Juízes de Direito. Essa aproximação possibilita maior conhecimento do Poder Judiciário em relação à comunidade atendida e sobre os seus anseios, tanto na área jurisdicional quanto na social.

Ademais, permite que o Poder Judiciário se faça conhecer melhor, desde as suas virtudes até os problemas que necessitam de enfrentamento urgente. Torna-se possível, também, maior interação com as autoridades dos outros Poderes constituídos, quando de sua atuação para a resolução dos problemas que lhe são trazidos.

Paralelamente, o Projeto de Audiências Públicas visa, também, a incentivo o Juiz de primeiro grau de jurisdição a ouvir a comunidade e a se sensibilizar com os problemas sociais por ela vivenciados.

Desta forma, a Corregedoria-Geral da Justiça tornar-se agente de transformação social por sua participação direta na comunidade, não só pela entrega da prestação jurisdicional.

 

Portaria Nº 34/2015