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Juíza condena mulher por crime de injúria racial contra cliente de loja
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O Espaço Cultural Goiandira do Couto, do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), receberá de 10 a 30 de setembro, a exposição Olhares que se Encontram. Integram a mostra, que contará com peças em escultura e quadros óleo sobre tela, os artistas Deni Vilela, Carmelita Maria Leite e Agoncílio Xavier da Silva.
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Conhecida como “Barbie”, Bruna Cristine Menezes de Castro, de 25 anos, foi condenada nesta quarta-feira (9) a 2 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão, e 23 dias-multa, em regime aberto, convertida, conforme prevê o artigo 44 do Código Penal (CP), em prestação de serviços à comunidade e ao pagamento de multa (prestação pecuniária) no valor de 10 salários mínimos (R$ 7,8 mil) pelo crime de estelionato. A sentença foi proferida pelo juiz Donizete Martins de Oliveira, da 11ª Vara Criminal de Goiânia, que determinou ainda que a sentenciada entregue seu passaporte na escrivania do juízo em cinco dias úteis, a fim de que não se ausente do País. Nos anos de 2013 e 2014, Bruna promoveu a venda falsa para Alex Sandro Piretti Marques e Luiza Almeida Borges de dois celulares iPhone 5.
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A Diretoria do Foro de Goiânia informou que, em razão da queda de energia ocorrida nesta terça-feira (8), por volta das 17 horas, foi realizada uma força-tarefa conjunta para recebimento manual das petições, que não puderam ser protocoladas eletronicamente.
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O Município de Padre Bernardo terá de indenizar três alunos da rede municipal, em R$ 10 mil, cada, por danos morais, por terem as mochilas revistadas, além deles mesmos terem sido vistoriados por um professor em um banheiro da escola. A direção do colégio procurava o celular de uma das professoras, que havia sumido. A sentença é da juíza da Vara Cível, Criminal, da Infância e da Juventude, das Fazendas Públicas e Registros Públicos de Padre Bernardo, Simone Pedra Reis (foto).
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