Fonte:TJGO Colorismo Digital: Cleidson Rodrigues de Freitas CMC-TJGO
 

Professor, jurista, jornalista e escritor, Maximiano da Matta Teixeira nasceu em 15 de agosto de 1910 na vila de Natividade, antigo norte goiano atual Estado do Tocantins, e faleceu em Goiânia, em1984, aos 73 anos de idade.

Estudou na Bahia, onde foi amigo de Jorge Amado. Segundo o romancista, Maximiano da Matta Teixeira, era “um homem manso e doce, de voz tranquila e segura, juiz eminente, professor de Direito, ilustre na profissão de magistrado e na advocacia” (AMADO in TEIXEIRA, 1981, contracapa).

Na Cidade de Goiás, fez o curso de Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito de Goiás, saído bacharel em 1936. Foi professor das cadeiras de Introdução às Ciências do Direito e Economia Política, na referida faculdade e de Ciências das Financias, na Faculdade de Economia Política de Goiás. Ademais, atuou ainda como membro e presidente do Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil.

  

Fonte: Centro de Memória e Cultura do Poder Judiciário do Estado de Goiás Colorismo Digital: Cleidson Rodrigues de Freitas  CMC-TJGO
Fonte: Centro de Memória e Cultura do Poder Judiciário do Estado de Goiás Colorismo Digital: Cleidson Rodrigues de Freitas CMC-TJGO

Também na antiga capital do Estado, se casou com Amália José Hermano “historiadora de méritos louvados e obra marcante; um casal exemplar do bom viver e do trabalho decente, gente que dá gosto ver e tratar” (AMADO in TEIXEIRA, 1981, contracapa).

  

Fonte: Centro de Memória e Cultura do Poder Judiciário do Estado de Goiás Colorismo Digital: Cleidson Rodrigues de Freitas  CMC-TJGO
Fonte: Centro de Memória e Cultura do Poder Judiciário do Estado de Goiás Colorismo Digital: Cleidson Rodrigues de Freitas CMC-TJGO 

Em 1946, foi nomeado pelo então interventor Pedro Ludovico Teixeira, para o cargo de desembargador do Tribunal de Justiça de Goiás, onde exerceu a magistratura durante 15 anos e foi presidente em 1959, aposentando em 1961.

Teve seus direitos políticos cassados em 1964 e, à época, comentava, frequentemente, nas rodas de amigos: “sou um homem cassado, cansado e às vezes caçado” (TEIXEIRA, 1986, p. 7).

Aposentado, publicou em 1981, “Estórias de Goiás – Contos e Recontos”, pela Fundação Cultural de Goiás, obra prefaciada por Jorge Amado e em 1983, pela Editora da Unigraf, publicou “Outras Estórias de Goiás – Lendas, Terra e Gente”.

Faleceu em Goiânia, no dia 6 de agosto de 1984 após uma parada cardiorespiratória. Em 1986, Amália Hermano Teixeira publicou a obra “Dois anos sem Maximiano” em homenagem ao falecido marido, nesta obra a autora destaca as homenagens recebidas por conta do falecimento e as registra.