Pequenos esforços podem gerar grandes resultados. Essa é a frase usada para definir a união de esforços empreendida pela Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás e pela Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Goiás para o alcance das Metas 2 e 8 deste ano, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), relativas ao julgamento de processos do primeiro grau, dos Juizados Especiais e das Turmas Recursais, bem como dos casos pendentes de julgamento referentes ao feminicídio e à violência doméstica e familiar contra a mulher.

A operacionalização do Sistema de Multiportabilidade de Sistemas (Mportal) com níveis de acesso a consulta de imagens e dados biográficos (foto, nome, CPF, RG, nome da mãe e data de nascimento) para combater fraudes de documentos de natureza diversa nas serventias extrajudiciais foi um dos assuntos constantes da pauta de reunião realizada nesta segunda-feira (26) entre o juiz Algomiro Carvalho Neto, auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Goiás e responsável por esta área, e vários representantes dos cartórios extrajudiciais de Goiânia, Anápolis e Aparecida de Goiânia.

Visando otimizar e modernizar a forma de acesso para anotações relativas aos registros documentais, possibilitando ainda a inclusão de vários eventos e interessados, a Diretoria de Tecnologia da Informação da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Goiás reformulou o antigo sistema, que passa a ser denominado Sistema de Anotações Documentais (SISAN). Segundo explicou o diretor de TI da CGJGO, Domingos Chaves, com essa reestruturação e a categorização das anotações será possível fazer buscas mais precisas. De janeiro deste ano até o presente momento, conforme relata Domingos, o número estimado de anotações é de 4,5 mil.

A Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Goiás expediu o Ofício Circular nº 326/2019, assinado nesta quarta-feira (21) pelo corregedor-geral da Justiça do Estado de Goiás, desembargador Kisleu Dias Maciel Filho, reiterando aos diretores de Foro e magistrados que atuam na Área da Infância e da Juventude a obrigatoriedade de alimentação do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e do Cadastro Nacional de Crianças Acolhidas (CNCA). Com a unificação recente dos dois cadastros pelo Conselho Nacional de Justiça, conforme evidenciado no ofício, a partir da próxima segunda-feira (26) os dados serão migrados para o novo Sistema Nacional de Adoção (SNA) e só poderão ser alimentados por meio deste sistema que estará disponível no site do CNJ na referida data.

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