Magistrados, servidores, advogados e demais usuários do Poder Judiciário em Goiás terão mais segurança ao trabalharem ou transitarem pelos prédios da Justiça Estadual instalados em Goiânia, como o Palácio da Justiça Clenon de Barros Loyola, Fórum Cível Dr. Heitor de Moraes Fleury, Fórum Criminal Desembargador Fenelon Teodoro Reis e Centro de Distribuição (CD). A diretoria-geral do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) assinou, nesta semana, um contrato com a Teltex, empresa que oferece tecnologia de última geração em sistema de segurança por videomonitoramento com reconhecimento facial, leitura de placa de veículo e controle de acesso.

O novo sistema traz uma série de inovações tecnológicas que garantem modernidade e, especialmente, promovem condições adequadas de segurança pessoal e patrimonial ao TJGO. O diretor-geral, Rodrigo Leandro da Silva, informa que o projeto está em plena conformidade com recente resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – Resolução nº 291, de 23 de agosto de 2019. A referida norma consolida as resoluções do CNJ sobre a política e o Sistema Nacional de Segurança do Poder Judiciário (SINASPJ).

“A modernização do sistema de segurança é uma das metas da gestão do presidente Walter Carlos Lemes, preocupado com o bem-estar dos magistrados, servidores e cidadãos e também com a proteção do patrimônio do tribunal. Iniciamos a implantação agora em setembro e devemos conclui-la até dezembro, dentro do cronograma previsto”, ressalta o diretor-geral. A administração está investindo R$ 3,5 milhões na implantação e manutenção do novo sistema.

Rodrigo Leandro lembra que o projeto foi elaborado a partir dos estudos do grupo de trabalho constituído por servidores da assessoria jurídica da diretoria-geral, e das diretorias de Obras, Administrativa e de Informática, além da Assessoria Militar, "em cumprimento à diretriz da Comissão de Segurança do TJGO, presidida pelo Desembargador Gerson Santana Cintra", informou o diretor do TJGO.

Videomonitoramento e reconhecimento facial
Cerca de 500 câmeras de alta resolução serão instaladas nos quatro prédios, tanto no interior quando no perímetro ao redor dos edifícios, sendo posicionadas em pontos estratégicos. Os equipamentos possuem inovações como o reconhecimento facial e o videomonitoramento assistido, que emite um alarme em caso de objetos abandonados. Também, quando um patrimônio for retirado do local ou houver a prática de algum dano, será possível identificar quem o fez. As imagens serão concentradas na Central de Monitoramento, localizada no Palácio da Justiça.

O diretor do departamento de infraestrutura e manutenção predial da Diretoria de Obras, engenheiro eletricista Dalton Foltran de Souza, explica que o reconhecimento facial das câmeras identifica automaticamente o usuário e envia um alerta caso a pessoa esteja inserida na chamada blacklist, uma lista com nomes que possuem alguma decisão judicial, como um mandado de prisão ou ordem de restrição, por exemplo, e por isso precisam ter seu ingresso monitorado.

A segurança do Palácio da Justiça e dos fóruns Cível e Criminal ainda será reforçada com a utilização de cercas virtuais. “Elas funcionam com sensor infravermelho e, caso alguém tente ultrapassar essa barreira virtual, a Central de Segurança será avisada”, esclarece o diretor.

Controle de Acesso
Outro benefício com a implantação do novo sistema é o controle do acesso aos prédios. As catracas têm tecnologia que autorizarão o acesso por biometria, senha ou cartão (RFID). Os pórticos de detectores de metal, já presentes, serão substituídos por outros mais modernos e os raios-X com esteira permanecem.

Estacionamento
Além da segurança nos edifícios, o engenheiro Dalton Foltran de Souza destaca que há novidades na utilização dos estacionamentos. Novas cancelas darão o acesso aos usuários por biometria, cartão ou pela leitura da placa do veículo. “Nos estacionamentos, as câmeras serão utilizadas para identificar o condutor do automóvel, para registrar qualquer outra ocorrência, como um pequeno acidente, por exemplo, ou até uma utilização indevida do local”, acrescenta Dalton.

Ainda haverá facilidade para quem usa os estacionamentos do edifício-sede do TJGO e do Fórum Cível, com a sinalização da disponibilidade de vagas. “Isso vai evitar que o usuário fique perdendo tempo procurando uma vaga em um pavimento que já está lotado”, aponta o engenheiro. (Texto: Daniela Becker / Foto: https://mma.prnewswire.com/media/721151/Herta.jpg - Centro de Comunicação Social do TJGO).

 

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