O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Carlos França, declarou aposentado voluntariamente o magistrado Norival de Castro Santomé no cargo de desembargador do Poder Judiciário do Estado de Goiás. O Decreto Judiciário nº 1.522/2022 foi assinado pelo presidente nesta terça-feira (28). Norival de Castro Santomé tomou posse como desembargador no dia 5 de março de 2010, na vaga da Ordem dos Advogados do Brasil, destinada ao quinto constitucional. Atualmente ele atuava na 6ª Câmara Cível.

Em nome do Poder Judiciário goiano, o presidente Carlos França expressou a gratidão pela atuação do magistrado. “Desembargador do TJGO por mais de uma década, o colega Norival sempre honrou a toga com seriedade, ética e compromisso com a justiça. Que a nova fase de sua vida seja repleta da alegria do convívio familiar”.

Trajetória

“Eu percorri todas as carreiras jurídicas possíveis previstas na Constituição Federal e tenho um sentimento de gratidão por ter passado por todas elas”, afirmou o desembargador, que é especialista em Direito Processual Penal, Direito Civil e Direito Processual Civil e foi professor por quase 25 anos.

Trabalhou como advogado até iniciar sua carreira no Ministério Público do Estado de Goiás como promotor de Justiça, sendo promovido a Chefe da Procuradoria Judicial em 1991, onde permaneceu até 2001. Foi presidente da comissão de concursos públicos, procurador do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, chefe de gabinete de Controle Interno da Governadoria, chefe de assessoria jurídica do Palácio, da Secretaria-Geral da Governadoria, Procurador-Geral do Estado, membro de inúmeros Conselhos no Estado de Goiás. Também foi vereador na cidade de Goiás e presidente da Câmara Municipal de Goiás por duas vezes consecutivas.

“Minha passagem como desembargador foi extremamente gratificante, porque enriqueceu muito meu conhecimento, nos debates e discussões com os colegas sobre questões processuais. Saio deixando amigos queridos e sei que sou estimado por eles. Meu sentimento, então, é de muita gratidão por ter passado por todas essas carreiras, ter contribuído e aprendido com elas. Tenho a convicção que contribui para a realização e aperfeiçoamento dos julgamentos”, afirmou ele, que agora faz planos para docência e, caso possível, atuação como advogado.