Sob a presidência do juiz Lourival Machado da Costa, o vigilante Tiago Henrique Gomes da Rocha, de 28 anos, foi condenado nesta segunda-feira (26), pelo 2º Tribunal do Júri da comarca de Goiânia, pela primeira vez, à pena máxima prevista pela lei brasileira: 30 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado, pelo assassinato do jovem Rafael Carvalho Gonçalves, de 22 anos. Preso no Núcleo de Custódia do Complexo Penitenciário de Aparecida de Goiânia, ele segue com um extenso rol de condenações: 16 homicídios (contando com a sentença do júri de hoje), um roubo a agência lotérica e porte ilegal de arma, penas que somadas atingem 403 anos e 10 meses de prisão. 

Diante do recebimento do laudo médico pericial dos autos de incidente de insanidade mental, que comprovou ser Francisco de Assis Fontes Batista, o Galego, plenamente capaz, o juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal de Goiânia, designou para as 9 horas do dia 27 deste mês, a continuidade da audiência de instrução preliminar do processo que apura a morte do tenente da Polícia Militar Renato Montalvão Simões.

“Eu nunca quis minha filha longe de mim. Tinha até escolhido o nome dela, ia se chamar Maria Eduarda”, afirmou nesta segunda-feira (26), Márcia Zaccarelli Bersaneti, acusada pelo homicídio e ocultação do cadáver da filha recém-nascida, durante interrogatório. A mulher foi ouvida pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal de Goiânia. O homicídio, segundo a denúncia, ocorreu em 17 de março de 2011 e o corpo do bebê ficou escondido dentro do escaninho do prédio onde morava, por mais de cinco anos.

IMG 0815 pequena Representantes do Poder Judiciário, Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), conselho tutelar e Polícia Civil participaram na última sexta-feira (23), do workshop com o tema Crimes Sexuais Contra Crianças e Adolescentes: Reflexões e Abordagem, no auditório do Tribunal do Júri da comarca de Iporá.

 

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