Dando prosseguimento à programação dos três anos de existência do Inovajus, servidores e servidoras das áreas administrativa e judicial do Judiciário goiano, da capital e do interior,  participam da oficina: Formação de Laboratoristas – Design Thinking, conduzido pela servidora Gisele Fessore, do Tribunal Regional Federal Região (TRF) 3ª Região (SP) e colaboradora do Ijusplab – primeiro laboratório de inovação do Judiciário. O curso começou nesta segunda-feira (13) e vai até quarta (15), no espaço do Inovajus, na sede do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO).

Gisele Fessore ressalta que a oficina tem o objetivo de fazer com que os laboratoristas desenvolvam a habilidade de facilitar oficinas de inovação. "O laboratorista é a figura que conhece o método, a abordagem e prepara tudo para estimular a criatividade, para auxiliar as pessoas a terem ideias e ter esse olhar inovador para solução de problemas complexos", explica, ao acrescentar que os participantes aprenderão a metodologia ´Design Thinking´ utilizando técnicas que facilitem a liberação da criatividade. "O Design Thinking tem três pilares: a empatia, a colaboração e a experimentação. Você trabalha junto, respeita e considera a visão do outro e experimenta, testa as ideias que cria para ver se serão desejáveis, possíveis, executáveis".

Segundo a palestrante, o laboratorista atua no processo de construção de novos modos de trabalhar, de transformar a justiça em um órgão mais moderno, célere, bem resolvido e satisfatório para o cidadão.

Representando os magistrados, a juíza auxiliar da Presidência, Marina Cardoso Buchdid, destaca a importância da capacitação dos laboratoristas, que, segundo ela, contribuem para agilizar a solução de problemas dentro do TJGO. "Nós precisamos de laboratoristas para desenvolver oficinas em geral sobre vários temas. Percebemos que para a melhor solução em questões de interesse do Tribunal, há uma importância muito grande em ouvir todas as áreas e se estabelecer um panorama amplo da situação e do impacto nos diversos setores envolvidos. Nos laboratórios, esse processo é acelerado, porque ali, com a aplicação de técnicas especificas, identificamos problemas concretos que passariam despercebidos e as soluções mais eficazes da perspectiva do usuário. Conseguimos, então, resultados mais céleres e adequados com a participação direta de todos os envolvidos.”, pontua.

Isabella Regina Serra Brito, servidora que atua na 2ª Vara Cível de Caldas Novas, elogia a iniciativa do TJGO ao realizar a capacitação de laboratoristas. "Esse curso melhora o serviço judiciário, a qualidade do nosso trabalho, dá perspectiva de solução de problemas, motiva o servidor a encontrar novos horizontes e isso resulta numa melhor prestação jurisdicional".

Devido ao número de interessados pela oficina, será ofertada uma segunda turma para contemplar os inscritos, em data a ser definida.   (Texto:Karinthia Wanderley - fotos: Wagner Soares - Centro de Comunicação Social)

 

 

 

 

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