O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Carlos França, abriu, nesta segunda-feira (19), o webinário do Programa Simples e Fácil, nesta edição, voltado para mais de 500 integrantes de equipe de assessoria de segundo grau. O encontro foi realizado pela plataforma Zoom e contou com a presença da juíza auxiliar da Presidência Lidia de Assis e Souza, que coordena o programa Simples e Fácil; do diretor de Estatística e Ciência de Dados, Antônio Pires; do diretor de Planejamento e Inovação, Diego César Santos; da coordenadora do Laboratório de Inovação (Inovajus), Jaquelline Martins e Silva, e da secretária-geral da Presidência, Dahyenne Mara Martins.


Carlos França agradeceu a participação dos servidoras e das servidoras que integram as equipes dos colegas desembargadoras e desembargadores e ressaltou a relevância da utilização da linguagem simples no Poder Judiciário. “Todos sabem da importância de se comunicar bem, de uma forma que todos entendam. E no Judiciário não é diferente. Precisamos nos comunicar de forma simples para que o cidadão possa nos entender. Os servidores e as servidoras que compõem as equipes que minutam despachos, decisões e votos nos gabinetes de desembargadoras e desembargadores precisam ter essa compreensão. O ideal é evitarmos termos difíceis e, caso utilizem uma palavra mais rebuscada, coloquem o significado entre parênteses”, destacou presidente do TJGO, ao ressaltar que a utilização da Linguagem Simples faz com que o Judiciário seja “compreendido e respeitado. Todos saem ganhando, o Judiciário e a sociedade”, reforçou.



A juíza auxiliar da Presidência Lidia de Assis e Souza ressaltou que o Pacto pela Linguagem Simples não é um modismo e traz benefícios ao Judiciário e à sociedade. “A utilização da linguagem simples promove cidadania e fortalece a democracia ao promover a igualdade de acesso à informação. Não é uma linguagem simplória, é a profissionalização do serviço público, que é focado no cidadão”, pontuou, ao acrescentar que o TJGO aderiu ao Pacto pela Linguagem Simples, por meio do Decreto Judiciário nº 2.775/2023. “Estamos realizando uma série de capacitações voltadas para a magistratura e funcionalismo, além de criar ferramentas que têm auxiliado na implantação do projeto”, salientou.

O diretor de Estatística e Ciência de Dados, Antônio Pires, explicou o desenvolvimento da ferramenta Ana, inteligência artificial disponibilizada para facilitar a compreensão da linguagem e de textos jurídicos. “O que para nós é algo corriqueiro, muitas vezes não é compreendido pelo cidadão. Então essa ferramenta sugere palavras que podem ser substituídas por termos mais fáceis”.

A coordenadora do Laboratório de Inovação (Inovajus), Jaquelline Martins e Silva, por sua vez, destacou as capacitações realizadas para implantação do Simples e Fácil. “Além das capacitações no 1º e 2º graus, temos manuais com dicas de uso de termos mais simples”. (Texto: Karinthia Wanderley - Fotos: Agno Santos - Centro de Comunicação Social do TJGO)










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