Com a finalidade de ampliar a construção colaborativa de estratégias para o aprimoramento da prestação jurisdicional, equipes do Laboratório de Inovação (Inovajus) e do Núcleo de Gerenciamento de Precedentes e Ações Coletivas (Nugepnac) do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) promoveram, na tarde desta quinta-feira (26), a Oficina de Ações Coletivas. O evento foi realizado nas instalações do laboratório, na sede do TJGO, em parceria com o Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (TRT-18), com o objetivo de cumprimento da meta 9 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que incentiva o desenvolvimento de projetos inovadores no âmbito do Judiciário.
A coordenadora do Inovajus, juíza auxiliar da Presidência do TJGO, Jussara Cristina Oliveira Louza (foto acima), abriu a oficina, que contou com a participação do presidente do Nugepnac, desembargador Wilson Safatle Faiad, e do juiz auxiliar da Presidência do TRT-18 e coordenador do Laboratório de Inovação e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (Liods), Platon Teixeira de Azevedo Neto.

Jussara Cristina Louza destacou que a atuação do Inovajus é feita de modo colaborativo, com a missão de auxiliar a administração, por meio do trabalho conjunto dos integrantes do sistema de Justiça ,para a proposição de melhorias dos serviços judiciais. “A inovação e a construção de boas soluções nasce do diálogo, da escuta ativa e do trabalho conjunto entre instituições, reconhecendo os desafios da justiça e transformando ideias em práticas sustentáveis e efetivas”, frisou a magistrada.

Ações coletivas
Conforme o desembargador Wilson Safatle Faiad, a atuação conjunta interinstitucional é imprescindível para a promoção da inovação e do aperfeiçoamento dos serviços judiciais. “Nosso objetivo é buscar conjuntamente soluções que aprimorem o gerenciamento e monitoramento de ações coletivas no âmbito do TJGO e do TRT-18”. Ele também pontuou que “as ações coletivas representam uma importante ferramenta na proteção dos direitos de muitos que enfrentam problemas semelhantes, sobretudo quando envolvem demandas de grande impacto social, econômico e ambiental”.
Para o Juiz do TRT-18, Platon Teixeira de Azevedo Neto, a justiça atual traz desafios e novidades, como as ferramentas de inteligência artificial. “As ações coletivas demandam o monitoramento dos dados para a garantia da segurança jurídica, e o diálogo entre TJGO e TRT-18 é fundamental para a obtenção dos resultados pretendidos”, avaliou Platon Neto.
Na oportunidade, a coordenadora de Inteligência e Inovação do TJGO, Jaqueline Martins e Silva, e a servidora do Inovajus, Ingrid de Souza Noleto explicaram o formato da oficina, que seguiu as etapas de alinhamento do problema, levantamento e categorização dos principais desafios, geração e apresentação de soluções.
A contextualização dos desafios tratados na oficina foi apresentada pela assessora do Nugepnac, Agda Goyano, e pelo diretor da Coordenadoria de Precedentes e Jurisprudência do TRT-18, Augusto Claudino Dias.

Também participaram da oficina, os juízes do TJGO Alex Alves Lessa, André Reis Lacerda e Wilker André Vieira Lacerda; a subdiretora de Planejamento e Inovação do TJGO, Ludmila Rosa Coelho; a servidora do Nugepnac, Eliana Valéria de Mendonça; o servidor da Secretaria de Governança Judiciária e Tecnológica do TJGO, Danilo Cordeiro Amaral; a assessora administrativa da Diretoria de Inteligência Artificial, Ciência de Dados e Estatística do TJGO, Carina Barreto; a assessora e o assessor jurídico do TJGO, Julia Eggenberger e Otávio da Costa Neto; os servidores do Inovajus, Carlos Henrique Reis Rochael, Marilia Pires Pontes e Samara Marta Manso dos Passos; os servidores do Liods do TRT-18, Laiza Emiliano Garcia e João Hélio Martins Júnior, e a servidora da Coordenadoria de Precedentes e Jurisprudência do TRT-18, Kecia Macedo.