Com o objetivo de preservar a história do Poder Judiciário goiano, o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, desembargador Gilberto Marques Filho, assinou, nesta terça-feira (18), o contrato para execução da obra do Centro de Memória do Judiciário goiano, que será instalado no edifício histórico do Fórum da comarca da cidade de Goiás.
A assinatura do contrato contou com a presença dos desembargadores Itaney Francisco Campos, presidente da Comissão Gestora do Centro de Memória, Ney Teles de Paula e Olavo Junqueira de Andrade; da juíza auxiliar da Presidência, Maria Cristina Costa; da diretora-geral do TJGO, Aparecida Auxiliadora Magalhães Santos; da secretária de Gestão Estratégica do TJGO, Cássia Aparecida de Castro Alves, e do diretor de obras do TJGO, Luiz Cláudio Dias Ferreira.
A reforma do prédio histórico englobará a substituição das instalações elétricas, pintura geral, retirada das divisões para ampliar o espaço, revitalização do Tribunal do Júri, revisão do telhado, instalação de mobiliário adequado para exposição de objetos e documentos históricos. Com a assinatura do contrato, o início da obra é imediato, com término previsto para dezembro.
Manter a história
Durante a reunião de assinatura do contrato, o desembargador-presidente ressaltou a importância da preservação da memória do Poder Judiciário. Ele lembrou que o tribunal goiano é um dos mais antigos do país, são 144 anos de história do Poder Judiciário e foi na cidade Goiás que a primeira sede foi erguida, ainda como Tribunal da Relação. “É preciso manter a nossa história, preservá-la”, salientou Gilberto Marques Filho.
O desembargador Itaney Campos frisou que o passado não é algo meramente distante e sim a base do presente. “O passado revive no presente. Por isso, que o conhecimento da história e dos fatos passados é de alta importância para o presente e para o futuro. E, a partir disso, que se erguem os projetos do futuro”, destacou ao citar a importância da preservação da memória do Poder Judiciário. “Então, para se conhecer o Poder Judiciário de hoje tem que se conhecer a sua história, e o Poder Judiciário se constrói em cima das suas realizações anteriores. É um progredir constante”, enfatizou.
O desembargador Itaney afirmou ainda que se pretende que o novo local seja um centro de memória vivo, havendo interação com a comunidade, jurisdicionados e com todos os seguimentos sociais para que possam, além de contribuir, divulgar o Centro de Memória do Poder Judiciário. (Texto: Arianne Lopes / Fotos: Aline Caetano – Centro de Comunicação Social do TJGO)