Desde que o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás instituiu a primeira Diretoria de Informática, há mais de três décadas, são feitos investimentos em tecnologia própria para desenvolver internamente softwares. Esses programas, criados por servidores do próprio quadro funcional, atendem necessidades dos sistemas administrativos e judiciários. Dessa forma, a pasta explica que há um procedimento específico para que esses projetos de softwares sejam criados, conforme o Processo de Gerenciamento de Projetos de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC), disponível no Portal de Governança de TIC do Tribunal.
O diretor da Divisão de Governança e Planejamento de TIC, Joubert Duarte Borges, fala sobre o fluxo de trabalho necessário para a gestão das demandas de TI, “O objetivo é demonstrar o caminho que a solicitação de projetos de Tecnologia deve percorrer, seguido pela mensuração e priorização, dentro do TJGO, e como as áreas demandantes e as demandadas devem proceder”.
Resolução
Em tempo, a DTI da Presidência apresenta a Política Institucional de Desenvolvimento e Sustentação de Software, instituída em 2019 pela Resolução nº 119 do TJGO. O documento define diretrizes gerais e específicas para criação e manutenção de sistemas, assegura a participação dos gestores e usuários na definição, validação de requisitos e homologação dos softwares produzidos no âmbito do Poder Judiciário goiano.
Ainda de acordo com Joubert Borges, os procedimentos normativos estão em consonância com a Resolução n° 370/2021, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e está alinhado aos objetivos estratégicos da Estratégia Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação do Poder Judiciário (ENTIC-JUD). (Texto: Lilian Cury - Centro de Comunicação Social do TJGO)