O Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) realiza nesta quinta-feira (22), das 9h30 às 11h30, o III Webinário Precedentes Judiciais e Inteligência Artificial. Por meio da plataforma Zoom, magistrados e servidores poderão conhecer mais sobre os mecanismos que otimizam o Poder Judiciário. O presidente do TJGO, desembargador Carlos França, participa da abertura da conferência, promovida pela Comissão Gestora do Núcleo de Gerenciamento de Precedentes e Núcleo de Ações Coletivas (Nugepnac).
O presidente da Comissão Gestora do Nugepnac, desembargador Wilson Safatle Faiad, destaca que é importante que servidores e magistrados, especialmente àqueles que exercem funções nas escrivanias, participem da conferência e repliquem o conhecimento adquirido aos demais que não puderem participar.
Segundo Wilson Faiad, a inteligência artificial é uma ferramenta típica da internet que está viabilizando a adoção dos precedentes judiciais e faz com que sejam de fácil entendimento para o operador do Direito. “Estamos aliando a inteligência artificial, que é um instrumental da área tecnológica recente, em benefício da aplicação mais moderna e dinâmica dos precedentes judiciais", ressalta o desembargador.
Palestrante no webinário, o Juiz auxiliar da Presidência do TJGO, Reinaldo de Oliveira Dutra, que desempenha atribuições na área de Estatística e Ciência de Dados, além de coordenar o Laboratório de Inovação e Inteligência (InovaJus) do Poder Judiciário Estadual, afirma que a participação dos magistrados e servidores é uma oportunidade para que conheçam as expectativas e evoluções da Inteligência Artificial deste Poder Judiciário, como o sistema Berna.
O juiz titular do 3° Juízo de Justiça 4.0, Ricardo Luiz Nicoli, coordenador do Núcleo de Justiça 4.0, especializado em matéria de Juizado Especial da Fazenda Pública da comarca de Goiânia, que participa da conferência abordando sobre os benefícios e riscos da utilização dos precedentes e da inteligência artificial, destaca que o evento "será importante para discutir as virtudes dos mecanismos de padronização decisória (precedentes judiciais) instituídos pelo CPC/2015, e também seus desafios, bem como a tecnologia, em particular a inteligência artificial, pode contribuir para o aprimoramento da entrega da prestação jurisdicional em tempo razoável e quais as cautelas necessárias com sua utilização”, pontua.
Clique aqui e faça sua inscrição. (Texto: Karinthia Wanderley- Arte: Antônio Bernardes/ Centro de Comunicação Social do TJGO)