A titular da 1ª Vara de Execução Penal de Goiânia, juíza Telma Aparecida Alves, recebeu na manhã desta segunda-feira (6), comissão de manifestantes que reivindicavam melhores condições de alimentação e tratamentos de saúde para a população prisional. Entre os participantes, estavam familiares dos detentos das unidades prisionais do Estado, bem como o Advogado que acompanhava o grupo.
O protesto também pleiteava a transferência de presos para outras unidades prisionais, bem como a continuidade da Cobal, prática em que as famílias fornecem comida, roupas e medicamentos aos detentos, agora proibida pela direção das unidades.
De acordo com a magistrada Telma Aparecida Alves, “as reivindicações serão analisadas e apuradas, com posterior encaminhamento ao Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do Estado de Goiás (GMF-GO), para conhecimento e outras possíveis providências”.
GMF
Os Grupos de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF's) foram instituídos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio da Resolução CNJ n.º 96/2009, com atuação no âmbito dos Tribunais de Justiça e Tribunais Regionais Federais, com o objetivo de monitorar e fiscalizar o sistema carcerário e o sistema de execução de medidas socioeducativas, na esfera local.
Compõem o GMF-GO, além de representantes do Poder Judiciário goiano e do CNJ, membros da seccional goiana da Ordem dos Advogados do Brasil, do Ministério Público estadual e da Defensoria Pública de Goiás. (Texto: Carolina Dayrell – Centro de Comunicação Social do TJGO)