A Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) realizou, na terça-feira (14), reunião para discutir as próximas ações que envolvem a Semana Justiça Pela Paz em Casa. A abertura foi realizada pela juíza Marianna de Queiroz Gomes, do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Rio Verde, que é a nova coordenadora.
A magistrada agradeceu a todos os presentes, ressaltou a importância da ação e se colocou à disposição para contribuir com todos os interessados em participar da Semana Justiça Pela Paz em Casa, cuja primeira edição do ano de 2023 será realizada entre os dias 6 e 10 de março. Ela ainda destacou a importância do trabalho que o Poder Judiciário realiza em cada edição da semana.
A apresentação foi feita pela secretária-executiva da Coordenadoria da Mulher, Lucelma Messias de Jesus, que apresentou todos os integrantes da coordenadoria, falou sobre as expectativas, alinhamento, importância e objetivos da Semana Justiça Pela Paz em Casa, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “Tem a finalidade de aprimorar e tornar mais célere a prestação jurisdicional em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher e é promovido pelo CNJ em parceria com os Tribunais de Justiça estaduais”, frisou a servidora.
Ainda de acordo com ela, a Semana Pela Paz em Casa tem dois grandes objetivos, o primeiro, voltado para a área processual, que visa ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha concentrando esforços para agilizar o andamento dos processos relacionados a violência de gênero. Já o outro, lembrou ela, "para ações multidisciplinares, promovendo ações interdisciplinares organizadas que objetivam dar visibilidade ao assunto e sensibilizar a sociedade para a realidade violenta que as mulheres brasileiras enfrentam", destacou.
Para finalizar, Lucelma Messias falou das diretrizes e ações do CNJ, citou as ações multidisciplinares e destacou a importância de incentivar a participação nos eventos realizados pela Coordenadoria da Mulher. “É importante informar sobre a realização ou existência de programas e ações em prol do enfrentamento da violência contra a mulher em suas cidades”, frisou. (Texto: Arianne Lopes – Centro de Comunicação Social do TJGO)