
Dentro do projeto Central de Conciliação do Segundo Grau e Apoio aos Gabinetes dos Desembargadores, implementado pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), foi realizada, nesta quarta-feira (12), audiência de conciliação que encerrou cinco processos que tramitavam sob a relatoria do desembargador Anderson Máximo de Holanda. A audiência, realizada na sala de sessões da 3ª Câmara Cível, foi presidida pela conciliadora judicial Lilia Fernandes, servidora do Nupemec.
O desembargador Anderson Máximo de Holanda destacou que a conciliação humaniza e pacifica conflitos que, muitas vezes, se arrastam por anos. "Essa atuação conciliatória do Poder Judiciário, facultando às partes no segundo grau a buscarem o acordo, traz uma justiça mais humanizada, uma forma de se resolver questões que, em alguns casos, demandariam décadas e que, com a conciliação, de fato, vai pacificar as partes. É o Judiciário mais participativo, mais presente e com uma visão muito mais humanizada de resolver as demandas submetidas a ele. Temos colocado fim a inúmeros processos. Nesta audiência cinco processos foram extintos. Buscamos mostrar que é melhor conciliar, resolver a demanda de forma humanizada e pacífica", pontuou.
Também participaram da audiência os conciliadores e mediadores judiciais, Claudivina Batista Rosa, Leandro Palmeira e Gleciely Souza.
Sobre a Central
A Central de Conciliação do Segundo Grau e Apoio aos Gabinetes dos Desembargadores tem o objetivo de estimular a realização de audiências de conciliação ou mediação nos gabinetes de desembargadores, elevando os índices de produtividade no segundo grau, e ampliando a relação de acordos celebrados e homologados em grau recursal.
A iniciativa foi elaborada sob a perspectiva da Política Judiciária Nacional do tratamento adequado dos conflitos de interesses no âmbito do Poder Judiciário, e em observação às Metas 2 e 3 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e visa o atendimento das solicitações de desembargadoras e desembargadores, quanto à realização de audiências em seus gabinetes, a serem performadas nas salas de sessões das Câmaras Cíveis e Criminais, nos dias em que não houver sessões. (Texto: Karinthia Wanderley - foto: Wagner Soares)