Os estudantes de Direito da Universidade Evangélica (UniEvangélica) de Anápolis e da Faculdade de Jussara (FAJ), visitaram, nesta quinta-feira (16), o Palácio da Justiça desembargador Clenon de Barros Loyola, sede do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO). Os 76 alunos estavam acompanhados da professora Ana Paula, assessora do desembargador Marcus da Costa Ferreira, da professora Priscilla Santana e do professor Victor Fernandes de Oliveira.
O primeiro espaço percorrido pelos alunos foi a Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ). Na oportunidade, o Juiz auxiliar da CGJ, Gustavo Assis Garcia, recepcionou os estudantes dando boas-vindas. Em seguida, ele falou das funções da CGJ, como também das divisões e atribuições de cada juiz auxiliar, e ainda explicou acerca dos projetos da Corregedoria, como o programas Pai Presente e RegularizAÇÃO.

Em seguida, os estudantes se deslocaram para conhecerem o Plenário do Órgão Especial, e, depois, acompanharam a Sessão de Julgamento da 5ª Câmara Cível. Na ocasião, o desembargador Marcus da Costa Ferreira deu boas-vindas aos estudantes. “Temos certeza de que muito em breve eles estarão do lado de cá conduzindo a máquina da justiça a impulsionar. Se sintam acolhidos”, frisou. O presidente da Câmara, desembargador Maurício Porfírio Rosa também disse, em nome da 5ª Câmara do TJGO, que a presença dos alunos configura a certeza de uma sociedade mais livre e democrática. “Fica aqui o meu cumprimento e que nos alegra em dar a vocês como isso tudo funciona”, explicou.

A professora Ana Paula Mendonça Ferreira e o professor Victor Henrique Fernandes de Oliveira falaram da importância de os acadêmicos conhecerem a estrutura física do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, haja vista que podem unir os conhecimentos adquiridos na sala de aula com os ensinamentos obtidos junto aos magistrados. O estudante Victor Santos, que está no 4º período do curso de Direito, contou sobre a Fundamentação de os alunos terem aproximação com o Poder Judiciário. “Essa familiaridade é fundamental para conhecer a estrutura da máquina do Poder Judiciário goiano”, finalizou. (Texto e fotos: Acaray Martins – Centro de Comunicação Social do TJGO)
