
O Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), por meio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), realizou, nesta segunda-feira (3), das 8 às 12 horas, a primeira edição do ano da Oficina de Parentalidade. O evento ocorreu no Auditório desembargador José Lenar de Melo Bandeira e contou com a participação de cerca de 40 pessoas – de forma presencial e virtual.
As oficinas de parentalidade são gratuitas e realizadas, sob a orientação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com a Associação de Terapia Familiar do Estado de Goiás (Atfago). O objetivo é promover vínculos familiares mais saudáveis, especialmente em contextos de divórcio, utilizando a comunicação positiva como ferramenta para a resolução de conflitos.
Comunicação Não Violenta
A palestra desta segunda-feira (3) foi proferida pela psicóloga Simone Camargo. Segundo ela, a comunicação não violenta é a ferramenta ideal para uma parentalidade saudável. “A forma como os pais manifestam o que sentem é o que determina se a comunicação será violenta ou não. Evitar o embate é colocar as necessidades dos filhos em primeiro lugar, que é poder viver em ambientes tranquilos e saudáveis”, explicou a psicóloga.

Servidor público do TJGO, L.F.O. comentou que costuma participar das oficinas com frequência e parabenizou as palestras que são realizadas. “A Oficina de Parentalidade tem sido muito importante para mim nos últimos anos, com esclarecimento de várias situações que enfrentamos no dia no cuidado das minhas filhas, que moram comigo há cinco anos, e na administração da convivência da mamãe delas. São excelentes explicações sobre a necessidade da ajuda do profissional para a resolução de certas situações que vão ocorrendo dia a dia e tem ajudado muito. Fico muito grato de participar dessa oficia”, ressaltou.
G.S., que é mãe de duas filhas e se separou do marido há quatro anos, elogiou a oficina. “Eu estou passando pelo processo de requerimento de pensão alimentícia e a oficina foi bem instrutiva. As orientações que a psicóloga passou foram bastante interessantes. Acredito que é bastante importante a participação na oficina”, disse. (Texto: Sarah Mohn / Fotos: Edmundo Marques – Centro de Comunicação Social do TJGO)