
A Diretoria do Foro da Comarca de Goiânia promoveu o descarte de 43 mil processos, na semana passada. No biênio 2023/2025, foram descartados 260.617 processos. Estavam presentes na ocasião o então coordenador judiciário da Diretoria do Foro – atualmente diretor judiciário do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), Thiago Borges Dutra de Castro; o diretor do Depósito Público, Fábio Tavares dos Santos; o diretor do Arquivo Judicial, Hebert Belisário Martins; o gestor master da UPJ dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar, Vinicius Teixeira da Silva; o coordenador administrativo, Ricardo Lúcio Sardinha de Moraes; e Claubi Teixeira de Lemos, da Cooperativa de Material Escravo Beija-Flor.
“Além de desafogar o número de processos físicos que já não têm razão de existir, pois já foram totalmente digitalizados e passaram por todas as etapas exigidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para que se proceda ao descarte, fazê-lo devidamente reforça a política de responsabilidade socioambiental do TJGO, uma vez que é um material que é repassado para as entidades que atuam com reciclagem”, comentou a juíza Patrícia Bretas.
Na ocasião, ainda enquanto coordenador judiciário da Diretoria do Foro de Goiânia, Thiago Borges Dutra explicou que os processos potencialmente aptos para descarte são aqueles que, segundo o Sistema de Primeiro Grau (SPG), já atingiram o prazo de guarda estipulado pelo CNJ para aquele assunto/natureza. "É feita uma listagem com esses processos para que eles sejam analisados se realmente estão aptos para descarte".

Thiago Borges salientou que os arquivos foram liberados após processo de conferência via SPG; análise documental; separação das peças; reanálise; triagem da amostragem e conferência de edital. Ao final deste processo, após 45 dias da Publicação do edital, pode ser feito o descarte. (Texto: Patrícia Papini – Centro de Comunicação Social do TJGO)