
A comarca de Guapó promoveu, em 25 de junho, reunião para a instauração do Conselho da Comunidade local, conforme prevê a Resolução nº 488/2023 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O encontro foi conduzido pela diretora do Foro, juíza Luciane Cristina Duarte da Silva, e reuniu representantes do Ministério Público de Goiás, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), prefeitos e vereadores dos municípios de Abadia de Goiás, Aragoiânia e Guapó — que integram a comarca — além de secretários municipais, líderes religiosos e representantes de associações civis. Na ocasião, foram eleitos 13 integrantes para compor o Conselho.
A magistrada ressaltou a importância de um conselho atuante e representativo. “Tenho certeza de que a Comarca de Guapó está bem representada, com integrantes de todos os segmentos da sociedade, e que o sistema de execução penal será muito beneficiado pelas ações do Conselho eleito”, afirmou.

Conselheiros eleitos
Para o biênio 2025/2026, foram eleitos:
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Jefferson Leonardo Ramos (OAB Guapó)
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Maria Neta Cardoso Coutinho (vereadora de Abadia de Goiás)
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Elaine Rodrigues Sousa Oliveira (secretária da Mulher – Abadia de Goiás)
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Maria Alvani Lavor Rolim (Associação Raio de Sol)
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Leonel Jânio Marques Silva (OAB Guapó)
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Márcia Cristina de Moraes Oliveira (OAB Aragoiânia)
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Thiago Messias Salviano Silva (OAB Abadia de Goiás)
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Jovany Doutor da Silva (vereador de Aragoiânia)
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Clayton Júlio Brito e Queiroz (servidor da Polícia Civil)
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Soelma Cândida (assistente social)
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Djeeniffer dos Santos Fernandes (secretária de Ação Social – Guapó)
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Hylario de Carvalho Mota (secretário de Defesa Social – Guapó)
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Maria Elizângela Antunes Pereira (secretária de Igualdade Racial – Abadia de Goiás)

Conselho da comunidade
Previsto na Lei de Execução Penal (Lei nº 7.210/1984), o Conselho da Comunidade é responsável por aproximar a sociedade civil do sistema de justiça penal. Seu papel central é promover a ressocialização dos condenados e a humanização da pena. Entre suas atribuições estão a reintegração de presos e egressos, o incentivo a ações educativas, culturais e de saúde, e a denúncia de eventuais violações de direitos dos reeducandos. O Colegiado é formado por representantes da sociedade civil de cada comarca ou circunscrição judiciária, com a participação de membros da OAB, instituições acadêmicas, organizações de direitos humanos, entidades culturais e associações locais.