
O coordenador adjunto da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), Juiz Thomas Nicolau Heck, conduziu, nesta quarta-feira (11), a primeira reunião bimestral de 2026 do sistema socioeducativo. O encontro, realizado por meio da plataforma Zoom, teve como foco a análise da situação atual dos Centros de Atendimento Socioeducativo Regionais e a definição de estratégias para aprimorar o atendimento aos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas no Estado.
Durante a reunião, foi apresentada a Agenda Justiça Juvenil, iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), exposta pela consultora do Programa Fazendo Justiça, Gabriela Luanda. A agenda reúne ações destinadas a fortalecer a gestão das medidas socioeducativas, ampliar oportunidades educacionais e culturais e qualificar o controle judicial da execução, em cooperação com o sistema de garantia de direitos.

Na ocasião, foram destacadas as iniciativas prioritárias previstas na Agenda e as ações já em andamento em Goiás, como a qualificação do Programa de Pós-Medidas, a criação de fluxos específicos na área de saúde mental e a oferta de capacitações voltadas à temática da socioeducação.
Participaram do encontro, juízas e juízes das comarcas de Goiânia, Anápolis, Formosa, Luziânia, Porangatu, São Luís de Montes Belos, Itaberaí, Itumbiara e Rio Verde, além de representantes da Corregedoria-Geral da Justiça de Goiás, do Ministério Público, da Defensoria Pública, da Ordem dos Advogados do Brasil em Goiás e da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social.
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O Programa de Acompanhamento ao Adolescente Pós-Cumprimento de Medida Socioeducativa é uma iniciativa do CNJ, desenvolvida em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e com o apoio do programa Fazendo Justiça. A proposta é acompanhar adolescentes e jovens após o término das medidas de internação ou semiliberdade, oferecendo suporte para a reintegração social, continuidade dos estudos, qualificação profissional e garantia de direitos, com foco na prevenção da reincidência e na construção de novos projetos de vida. (Texto: Carolina Dayrell - Diretoria de Comunicação Social do TJGO)