
O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Leandro Crispim, abriu nesta segunda-feira (16) o ‘Webinário Suspensões Processuais e Monitoramento’, dirigido a magistradas, magistrados, servidoras e servidores de 1º e 2º Graus.
O encontro virtual teve por objetivo tratar da alimentação correta dos sistemas internos de dados, pelos gabinetes e escrivanias, com enfoque nas suspensões processuais vinculadas a precedentes qualificados, utilização do Projudi, leitura dos atos publicados no Diário de Justiça de Eletrônico Nacional (DJEN) e monitoramento dos processos suspensos.
Também participaram o corregedor-geral da Justiça, desembargador Marcus da Costa Ferreira; o juiz auxiliar da Presidência, Reinaldo Dutra; a juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, Vanessa Estrela Gertrude; a secretária-geral da Presidência, Dahyenne Mara Martins Lima Alves; o secretário de Governança Judiciária e Tecnológica, Gustavo Maciel; o diretor de Planejamento e Inovação, Diego César Santos; a diretora de Processamento Eletrônico, Cássia Aparecida de Castro Alves; a assessora do Núcleo Gestor de Governança e Metas, Brenna Martins, entre outros.
O chefe do Poder Judiciário, Leandro Crispim, centralizou seu discurso de abertura na orientação e sensibilização para que todos trabalhem conscientes da extrema e determinante importância de que os dados relacionados aos andamentos processuais, nos sistemas do TJGO, sejam preenchidos com precisão. “Embora tais temas possuam natureza eminentemente procedimental, seus reflexos ultrapassam o plano operacional. Em verdade, a forma como essas informações são registradas nos sistemas processuais repercute diretamente na construção dos indicadores institucionais e, por consequência, na própria capacidade de gestão do Judiciário goiano”, frisou.
Leandro Crispim observou ainda que os indicadores utilizados para acompanhar metas nacionais, produtividade e desempenho das unidades são construídos a partir das movimentações realizadas diariamente nos processos. “Classe, assunto, Suspensão, andamento e arquivamento compõem a base informacional que permite compreender a dinâmica do acervo e orientar as decisões administrativas”, pontuou.
O presidente do TJGO citou o Núcleo de Apoio ao Cumprimento de Atos de Escrivania, o Pró-Júri, o Justiça Ativa, o Acelerar Previdenciário, os núcleos de apoio a audiências e a sentenças, bem como as centrais vinculadas à Diretoria de Planejamento e Estatística, lembrando a todos que tais instrumentos foram criados justamente para oferecer suporte às unidades que apresentam maior necessidade de auxílio. “Entretanto, a eficácia das iniciativas depende de uma condição indispensável, que é a confiabilidade das informações registradas nos sistemas”, destacou.

O desembargador Marcus da Costa Ferreira, por sua vez, salientou que, quando os sistemas registram dados com exatidão, a gestão do TJGO consegue identificar com maior facilidade seus principais gargalos, compreender a dinâmica do acervo processual de cada unidade judicial e, assim, elaborar soluções. “Manter esse padrão de produtividade e excelência exige rigor técnico e muita meticulosidade no registro das informações processuais”.
Na sequência, foi aberto espaço para as apresentações sobre painel Gestão à Vista, o Sistema Gestão e Controle da Corregedoria-Geral da Justiça de Goiás (Sigescon), a verificação em duas etapas, implantada para o acesso aos sistemas internos; entre outras orientações e também resolução de dúvidas.

(Texto: Patrícia Papini/Fotos: Agno Santos – Diretoria de Comunicação Social do TJGO)