
A juíza auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, Lidia de Assis e Souza, e a juíza substituta em segundo grau do TJGO e ouvidora do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO), Stefane Fiúza Cançado Machado, participam nesta semana do 7º Encontro do Colégio de Ouvidorias Judiciais de Mulheres (Cojum) 2026, em Vitória (ES). Ao final do evento, previsto para sexta-feira (19) será apresentada a Carta de Vitória, documento oficial com diretrizes e compromissos firmados durante o encontro.
A programação conta com palestras, oficinas e plenária com todos os participantes e foi desenvolvida a partir de três eixos temáticos centrais: “Ouvidoria da Mulher e Protocolos de Acolhimentos – Escuta Ativa e Fluxos Internos”; Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar – Medidas Protetivas e Integração com a Rede”, e “Participação Institucional e Liderança Feminina – Barreiras Invisíveis e Políticas de Equidade”.

Também estão presentes no evento a presidente do Cojum, desembargadora Tânia Regina Silva Reckziegel, do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS); a presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo (TJES), desembargadora Janete Vargas Simões; a ouvidora da Mulher do Supremo Tribunal Federal (STF), juíza Flávia Martins de Carvalho, e a presidente do Colégio de Ouvidores da Justiça Eleitoral (COJE) e ouvidora da Mulher do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), juíza eleitoral Lídia de Abreu Carvalho, entre outras autoridades.
A palestra magna, ministrada na noite de quarta-feira (17), foi apresentada pelo conselheiro Marcelo Terto, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que falou sobre “A Rede Nacional de Ouvidorias do Poder Judiciário e o Advento da Ouvidoria Nacional da Mulher no CNJ”.
Nesta quinta-feira (18), estão programadas palestras sobre “Marcos Jurídicos e Institucionais no Enfrentamento à Violência de Gênero”, “Direitos Humanos e Constitucionalismo Feminista na Proteção das Mulheres, além de apresentação de três exemplos de boas práticas realizadas no âmbito das ouvidorias das mulheres para a construção do conhecimento coletivo a respeito do tema.
(Texto: Patrícia Papini – Diretoria de Comunicação Social do TJGO)