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Juíza condena mulher por crime de injúria racial contra cliente de loja
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Nesta sexta-feira (28), foi realizada a primeira reunião com o intuito de implementar o Laboratório de Inovação e Inteligência no Poder Judiciário goiano, instituído pelo Decreto Judiciário nº 391/2020. O Laboratório será um espaço destinado à realização de pesquisas, ao estudo e ao desenvolvimento de projetos e soluções inovadoras para o alcance dos Objetivos Estratégicos e Metas Nacionais e Institucionais do Judiciário.
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A titular da 1ª Vara Cível de Rio Verde, Lília Maria de Souza, condenou um casal por litigância de má-fé. Os autores pleiteavam a nulidade de negócio jurídico e danos morais contra um amigo, após emprestar nome e documentos para a compra de veículo e aquisição de aparelhos celulares. Na sentença, a magistrada considerou que não houve extorsão por parte do réu, que conhecia os requerentes.
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O juiz Wilson Safatle Faiad, a secretária de câmara Sabrina Oliveira Silva Mesquita e o oficial de justiça Marco Aurélio Pereira Tavares são os plantonistas desta semana no Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO). Eles começam às 18h01 desta segunda-feira (2), com o encerramento das atividades no dia 9, às 7h59.
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A empresa Art Conanto Marcenaria Ltda deverá restituir em mais de R$ 16 mil uma mulher, em razão daquele estabelecimento, contratado para prestar serviço de reforma de móveis, não ter devolvido a mobília à proprietária. Na sentença, a relatora, juíza Soraya Fagury Brito, do Juizado Especial Cível e Criminal da comarca de Luziânia, entendeu que houve defeito na prestação do serviço, uma vez que a firma sucumbiu móveis que não eram de sua propriedade.
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