
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou, nesta sexta-feira (14), o resultado preliminar da 7ª edição do Ranking da Transparência do Judiciário, que tem o objetivo de estimular os órgãos do Judiciário a disponibilizarem suas informações de forma mais clara e padronizada, tornando-as mais fáceis e transparentes. De acordo com os números, o TJGO ultrapassou a pontuação máxima no ranking, alcançando 100,62% da transparência nacional.
O desembargador Carlos França, chefe do Poder Judiciário goiano, não escondeu o orgulho ao comentar o resultado. “Este é um reconhecimento do esforço coletivo, do trabalho ético e da dedicação imensa de toda a nossa equipe. A transparência é um valor fundamental que guia nossas ações e fortalece a confiança da população no Judiciário”, destacou. França fez questão de ressaltar a contribuição essencial da Ouvidoria do Poder Judiciário goiano, da Corregedoria-Geral da Justiça e das secretarias de gabinetes dos órgãos colegiados, cujas publicações das atas das sessões são vitais para a transparência administrativa.
O presidente do TJGO ainda ressaltou que o resultado é fruto de um meticuloso trabalho que envolve juízes auxiliares, diretores e servidores de diversas áreas dedicados à missão de tornar o tribunal um exemplo de gestão pública transparente. “A função principal é servir à população, que deve ter acesso a todas as informações do Poder Judiciário. Este reconhecimento pelo CNJ só reforça a evolução que já havia sido constatada pelo Radar Nacional em 2023”, afirmou França.
Referência em transparência
O desempenho do TJGO em premiações de transparência nos últimos anos tem garantido destaque nacional para a gestão do Judiciário goiano. Em 2022, o tribunal já alcançou a primeira posição nesse ranking; em 2023, foi agraciado com o Selo Diamante, do Radar Nacional de Transparência Pública, título que representa a máxima classificação concedida pelo levantamento.
Compromisso
A juíza auxiliar da Presidência, Lidia de Assis e Souza, responsável pelo tema na atual gestão, destacou que “a transparência é um pilar fundamental da administração do TJGO, liderada pelo presidente Carlos França. É um trabalho árduo de muita dedicação das nossas equipes que reflete nosso compromisso em proporcionar um Judiciário mais acessível e confiável para todos os cidadãos.”
Trabalho de equipe
A secretária geral da Presidência, Dahyenne Mara Martins Lima Alves, que acompanha de perto os trabalhos, frisou a importância da atuação de todas as áreas envolvidas. “O reconhecimento pelo CNJ demonstra a preocupação do TJGO com o acesso à transparência”. Dayhenne ainda destacou que é preciso reconhecer o esforço e o engajamento da Diretoria de Planejamento e Inovação (DPI), da Coordenadoria de Acompanhamento e Controle e da Diretoria de Tecnologia da Informação para a organização dos dados e o sucesso da pontuação alcançada.
O processo de avaliação
Apesar de já ter alcançado 100% da pontuação neste resultado preliminar, a conquista do TJGO pode ser ainda maior, graças a uma das novidades da avaliação desta edição, que foi a possibilidade de atribuir pontuação extra ao órgão avaliado por organizar adequadamente os itens componentes do Ranking da Transparência, que deveriam constar em local específico denominado “Transparência” e separados em dez temas.
Exemplo para outros tribunais
O documento ainda destacou que a tradução de imagens e vídeos realizada pelo TJGO, por meio do Centro de Comunicação Social, “deve servir de modelo para os demais tribunais do País como de fato deve ocorrer uma audiodescrição”.
A audiodescrição é um Recurso que traduz imagens e vídeos em palavras, permitindo que pessoas com deficiência visual, intelectual, idosos e disléxicos tenham uma compreensão completa de conteúdos audiovisuais.