
O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Carlos França, inaugurou na manhã desta sexta-feira (24), em Cachoeira Dourada, a 22ª usina fotovoltaica do Poder Judiciário goiano. A nova usina fotovoltaica é a maior dentro do limite permitido para tribunais no âmbito nacional, consolidando o TJGO como referência em inovação e eficiência energética. Os resultados desse empreendimento se traduzem também na utilização de energia limpa e economia aos cofres públicos, além de atender às diretrizes do programa Justiça Carbono Zero do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). A usina foi construída em parceria com a Companhia Celg de Participações (Celgpar) e a Isofen Energy Engenharia de Sustentabilidade. A previsão é que a usina gere uma economia anual de quase 10 milhões de reais.
Na ocasião da solenidade, estiveram presentes o vice-presidente do TJGO, desembargador Amaral Wilson de Oliveira; os desembargadores Nicomedes Domingos Borges, José Paganucci Júnior e Breno Caiado; o diretor do Foro da comarca de Itumbiara, Guilherme Sarri Carreira; os juízes Alessandro Luiz de Souza e Vitor França de Oliveira, da comarca de Itumbiara; o juiz da comarca de Goiânia Roberto Neiva; o presidente da Equatorial Goiás, Lener Jayme; o diretor-presidente da Celgpar, José Fernando Navarrete Pena; o prefeito de Cachoeira Dourada, Rodrigo Rodrigues Almeida; e o prefeito de Itumbiara, Dione José de Araújo.

Maior usina fotovoltaica de órgãos públicos de Goiás
Para o chefe do Poder Judiciário estadual, desembargador Carlos França, as contribuições da nova usina serão inúmeras. “O TJGO entrega hoje uma das mais importantes realizações da gestão. Com essa energia advinda da energia solar, 60% da energia consumida pelo Poder Judiciário terá origem nessa fonte limpa. É energia renovável com impacto positivo para o meio ambiente e nos cofres públicos. Precisamos ter esse compromisso de contribuir para o meio ambiente sustentável e saudável”, ressaltou.

“É um marco histórico de sustentabilidade em órgãos públicos, pois estamos dando uma contribuição ainda maior para o meio ambiente. O ministro Luís Roberto Barroso, como presidente do CNJ, conduziu a aprovação de ato administrativo orientador e incentivador para que todos os tribunais tenham práticas ambientais responsáveis, reafirmando a necessidade de busca pela utilização de energias renováveis, do carbono zero, da utilização máxima da energia solar e outros meios para que possamos proteger o meio ambiente, além de seguir as orientações da ONU”, complementou o desembargador Carlos França.
Momento histórico
“O Tribunal de Justiça vem fazendo uma gestão diferenciada. Há um movimento de inovação e desenvolvimento. É notória a revolução do Judiciário do Estado de Goiás, que traz agora modernização, e é visto o esforço e dedicação do desembargador Carlos França à frente do TJGO. Isso muito nos honra fazer parte desse momento histórico, que resulta em benefícios para nossa cidade”, afirmou o prefeito de Cachoeira Dourada, Rodrigo Rodrigues.
Conforme o presidente da Equatorial, Lener Jayme, a usina fotovoltaica inaugurada pelo TJGO desafogará a rede, o que beneficia também a população.
“É um diálogo realizado com conexão junto ao TJGO. Goiás é um estado pujante e estamos trabalhando para reconstruir e trazer uma melhor rede de Distribuição de energia, por meio de investimentos”, frisou Lener.
Representando os magistrados presentes à solenidade, o diretor do Foro da Comarca de Itumbiara, juiz Guilherme Sarri Carreira, afirmou que todos ganham com essa inauguração. “É uma satisfação celebrar esse investimento que o Tribunal de Goiás fez com relação à questão da energia fotovoltaica. Isso demonstra a preocupação com energia limpa, com a agenda da ONU 2030. Enfim, o TJGO é um tribunal pioneiro, e não é à toa um vencedor do Selo Diamante por três vezes consecutivas”, finalizou.
Diminuição de gastos
“O complexo fotovoltaico inaugurado tem uma potência total de 5 megawatts, limite máximo da geração distribuída. É um marco histórico de sustentabilidade em órgãos públicos, sendo a maior usina fotovoltaica de órgãos públicos do Estado de Goiás. Temos aqui 9.380 placas/módulos de 700 watts. E toda essa energia produzida será aproveitada na forma de créditos em outras unidades consumidoras do Judiciário estadual. É diminuição de gastos com energia elétrica do tribunal como um todo”, explicou o diretor da Divisão de Controle de Contratos e Aquisições da Diretoria de Engenharia e Arquitetura do TJGO, José Eduardo Stort.

Economia anual de quase 10 milhões de reais
O TJGO conta agora com 22 usinas fotovoltaicas em funcionamento que atendem aos prédios do Poder Judiciário estadual, como a sede do TJGO, fóruns da Comarca de Goiânia, além de unidades de comarcas como Catalão, Piracanjuba, Bela Vista e outras 16 localidades estratégicas. Agora, com a Central Geradora de Cachoeira Dourada, amplia ainda mais a capacidade, gerando 58% da energia consumida pelos seus 158 edifícios. A nova usina vai gerar uma economia anual de quase 10 milhões de reais e evitar a emissão de mais de 20 mil toneladas de CO2 ao longo de 25 anos. A Central Geradora Fotovoltaica é a maior do Estado e está alinhada ao programa Justiça Carbono Zero, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Presenças
Estiveram presentes à solenidade de inauguração a subdiretora-geral do TJGO, Leandra Vilela Rodrigues Chaves, representando o diretor-geral Rodrigo Leandro; a diretora administrativa do TJGO, Tatiana Rodrigues Ferreira; a diretora de Engenharia e Arquitetura do TJGO, Cybelle Saad Sabino de Freitas; a presidente da Comissão Especial de Direito de Energias Renováveis da Ordem dos Advogados do Brasil em Goiás (OAB-GO), representando o presidente da OAB-GO, Rafael Lara, Thawane Larissa Silva; o ex-presidente da subseção da OAB/Itumbiara, Breno Pires Borges; o executivo de Comunicação e Marketing da Equatorial Goiás, Laércio Carneiro; o assessor institucional da Equatorial, Humberto Eustáquio; o gerente jurídico da Equatorial, Windsor Santos; o vice-prefeito de Cachoeira Dourada de Goiás, Henrique Moreira Souza; e o vice-prefeito de Itumbiara, Daniel Borges.
Também participaram o presidente da Câmara Municipal de Itumbiara, vereador José Orestes; o proprietário da empresa Isofen Energy, engenheiro Leonardo Vidal; a vice-presidente da OAB de Itumbiara, Ana Paula Legarino Oliveira Arantes; o procurador-geral da Câmara de Vereadores de Itumbiara, Vinícius Borges Fleury; o presidente da Câmara Municipal de Cachoeira Dourada, vereador Getúlio Santana da Silva; o ex-prefeito de Cachoeira Dourada, Joselir Soares da Costa; a vereadora de Cachoeira Dourada, Eurione Lalla; o delegado de Cachoeira Dourada, Irineu Pesarini; os engenheiros do TJGO Thiago Pandin, Diego Cruz, Henrique Linhares e Helena Luisa Coelho; os assessores jurídicos da Diretoria-Geral do TJGO, Vanessa Diniz, Leonardo José dos Santos e Gustavo Henrique Gomes; o comandante da Polícia Militar (PM-GO) de Cachoeira Dourada, tenente Borges; e os servidores do Ponto de Inclusão Digital (PID) de Cachoeira Dourada, Leila Alves dos Reis e Nilcelli Aparecida de Paula. (Texto: Karineia Cruz/ Fotos: Acaaray Martins- Centro de Comunicação Social do TJGO) Veja galeria de fotos