
O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Leandro Crispim, lançou na tarde desta terça-feira (22) o Plano de Descarbonização das Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) do Poder Judiciário estadual. A solenidade foi realizada no Salão Nobre da Presidência e contou com a presença do 2º vice-presidente do TJGO, desembargador Gerson Santana Cintra, e do corregedor-geral da Justiça de Goiás, desembargador Marcus da Costa Ferreira.

O programa de descarbonização tem o objetivo de implementar ações para alcançar a neutralidade de carbono até o ano de 2030, conforme estabelecido pela Agenda 2030, definida pela Organização das Nações Unidas (ONU). O plano marca o compromisso institucional com o desenvolvimento de medidas para a mitigação e compensação das emissões de carbono, de modo a contribuir com o enfrentamento do aquecimento global e das mudanças climáticas.
O chefe do Judiciário goiano, desembargador Leandro Crispim, destacou a atualidade do tema e a urgência de medidas necessárias para a neutralização das emissões de carbono. “Os sinais da crise climática não pertencem ao futuro. Eles já são vistos e sentidos nos dias atuais, nas secas prolongadas, na insegurança alimentar e nos fluxos migratórios”, pontuou. Ele ainda reafirmou o compromisso do TJGO com a implementação de ações e a manutenção das iniciativas já adotadas para a proteção do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável. “Além do plano de descarbonização, construímos usinas solares fotovoltaicas e incorporamos cláusulas de sustentabilidade em todos os nossos contratos”, frisou Leandro Crispim.

Transição para energia limpa é urgente
Para a juíza auxiliar da Presidência do TJGO, Lidia de Assis e Souza, que é coordenadora do Núcleo de Responsabilidade Social e Ambiental (Nursa) do TJGO, a elaboração do plano foi um trabalho criterioso que contou com o empenho dos integrantes do núcleo. “A política de descarbonização do Poder Judiciário estadual implica redução e eliminação da emissão de gases de efeito estufa, a fim de criar uma operação de baixo carbono, o que significa adaptar processos de produção e investir em projetos que diminuam os impactos ao meio ambiente”, explicou a magistrada. Ela também ressaltou que a transição para fontes de energia limpas e sustentáveis é urgente para o enfrentamento de cenários catastróficos de clima.

A secretária de Sustentabilidade do Nursa, Raquel Magalhães Antonini, contextualizou que “ao reduzir as emissões de gases de efeito estufa, o TJGO demonstra seu comprometimento em figurar como agente de contenção do aquecimento global e das mudanças climáticas, trabalhando em conformidade com o Pacto pela Transformação Ecológica, firmado entre os Três Poderes do Estado Brasileiro, sob os pilares da sustentabilidade ecológica, do desenvolvimento econômico sustentável e da justiça social, ambiental e climática”.

Também estavam presentes na solenidade, o secretário de Governança Judiciária e Tecnológica do TJGO, Gustavo Maciel; a subdiretora-geral do TJGO, Leandra Vilela Chaves; a diretora de Engenharia e Arquitetura do TJGO, Cybelle Saad Sabino de Freitas; a subdiretora de Planejamento e Inovação, Ludmila Rosa Coelho; a subdiretora administrativa, Danielle de Oliveira Ferreira; a servidora e servidores membros do Nursa, Marcela Ibiapino, José Neto Cassiano, Edson Henrique Tannús; o servidor da Diretoria-Geral, Hamilton Pinheiro; e o servidor da Diretoria de Engenharia e Arquitetura do TJGO, José Eduardo Stort. (Texto: Carolina Dayrell/ fotos: Wagner Soares- Centro de Comunicação Social do TJGO)