
A juíza auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), Lidia de Assis e Souza e a juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Goiás (CGJGO), Vanessa Estrela, realizaram, na tarde desta segunda-feira (8), a abertura de mais cinco urnas do Projeto Vozes contra o Assédio.
As urnas, lacradas com cadeados, foram abertas na sala de reuniões da Corregedoria-Geral , diante de um grupo restrito de testemunhas, assegurando a confidencialidade do processo. As magistradas atuam, respectivamente, nas Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral e Sexual e na Política de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Sexual e da Discriminação, representando os trabalhos do primeiro e segundo graus de jurisdição.
Espaço seguro de escuta
Lidia de Assis e Souza destacou que o Projeto Vozes contra o Assédio reafirma o compromisso do Tribunal de Justiça com a criação de espaços seguros de escuta. “O sigilo absoluto garante que cada manifestação seja acolhida com respeito, seriedade e responsabilidade institucional”, frisou a magistrada.
“Nosso papel é transformar cada relato em um instrumento de reflexão e ação. O combate ao assédio exige não apenas normas, mas também a participação ativa de todos que fazem parte do Judiciário goiano”, ressaltou, na ocasião, a juíza auxiliar da CGJGO, Vanessa Estrela.
A partir da abertura, os conteúdos coletados passam por análise criteriosa e são encaminhados para avaliação quanto à necessidade de medidas administrativas ou institucionais. Todo o procedimento ocorre sob sigilo, preservando a identidade dos participantes.

O Projeto Vozes contra o Assédio busca ampliar os canais de escuta no Poder Judiciário goiano, criando espaços seguros de manifestação para servidores, magistrados e colaboradores, estimulando o combate ao assédio e à discriminação por meio de relatos, denúncias e sugestões. (Texto: Carolina Dayrell/ Fotos: Wagner Soares- Centro de Comunicação Social do TJGO)