
O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Leandro Crispim, visitou, nesta segunda-feira (19), o novo Depósito de Armas do Poder Judiciário goiano. A estrutura é destinada à guarda, ao controle e à correta destinação de armamentos apreendidos pelas Forças de Segurança Pública.
Inaugurado em 12 de setembro de 2025, o novo Depósito de Armas iniciou oficialmente suas atividades no dia 22 do mesmo mês. O espaço foi concebido para ampliar a capacidade de armazenamento, garantir maior segurança e assegurar o cumprimento rigoroso da legislação quanto ao destino das armas sob custódia judicial.
Durante a visita, o presidente acompanhou explicações técnicas sobre o funcionamento do depósito e os procedimentos adotados para a destinação do material apreendido. As armas são catalogadas e separadas conforme o destino final, que pode ser a destruição, restituição ou o armazenamento temporário, até a definição judicial, sempre em conformidade com as normas legais.

Para o desembargador Leandro Crispim, o novo depósito representa uma estrutura fundamental para garantir segurança, organização e responsabilidade institucional no tratamento de armas apreendidas. “O Depósito de Armas foi implantado para assegurar o compromisso do Judiciário com a legalidade, a eficiência administrativa e a cooperação com os demais órgãos do sistema de justiça e de segurança pública”, destacou o presidente.

Chefe do Gabinete Militar do TJGO, o coronel Dallbian Guimarães Rodrigues ressaltou a relevância estratégica da nova estrutura para o Judiciário. “Primeiramente, a ampliação das instalações otimiza a capacidade de armazenamento dos armamentos apreendidos e sob custódia do Poder Judiciário. Em segundo lugar, as novas instalações proporcionam melhores condições de trabalho e segurança para as equipes responsáveis pela guarda e controle dessas armas. Por fim, o depósito facilita e agiliza o processo de comunicação e gestão das armas junto ao Exército Brasileiro para o encaminhamento seguro e organizado, em conformidade com a legislação vigente, visando sua destruição”, afirmou.

(Texto: Sarah Mohn / Fotos: Acaray Martins — Centro de Comunicação Social do TJGO)