O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Leandro Crispim, reuniu, nesta terça-feira (7), magistradas e magistrados que atuam em regime de respondência, auxílio e substituição para agradecer pelo trabalho desempenhado em apoio às unidades judiciais e reconhecer a contribuição direta desses colegas para a produtividade e a regularidade da prestação jurisdicional no Estado. A convocação da reunião destacou a importância de fortalecer a gestão processual, uniformizar diretrizes e contribuir para uma atuação célere e eficaz do Judiciário goiano.
Com a participação de 106 magistrados, o encontro teve como eixo central o reconhecimento ao empenho daqueles que, além de suas atribuições ordinárias, assumem novas frentes de trabalho para assegurar a continuidade dos serviços judiciais em diferentes regiões de Goiás.
Na abertura da reunião, Leandro Crispim destacou a relevância da atuação das magistradas e dos magistrados que exercem atividades em respondência, auxílio e substituição, ressaltando o impacto direto desse trabalho no funcionamento do Judiciário estadual. “A atuação das magistradas e dos magistrados em respondência, auxílio e substituição tem papel essencial no funcionamento do Poder Judiciário goiano.”
Ao enaltecer o esforço coletivo, o chefe do Poder Judiciário associou diretamente a atuação desses magistrados ao desempenho do TJGO. Em sua fala, ressaltou que o Tribunal alcançou posição de relevo no cenário nacional em razão do trabalho de magistradas e magistrados que, juntamente com servidoras e servidores, e mesmo diante do crescimento da demanda, mantiveram a prestação jurisdicional em nível elevado. Também observou que, de 2024 para 2025, o TJGO recebeu acréscimo de 94.792 casos novos e, ainda assim, conseguiu preservar a qualidade e a eficiência do serviço jurisdicional, com contribuição decisiva dos juízes e juízas em respondência, auxílio e substituição.
O desembargador registrou, ainda, que a Presidência tem plena consciência da responsabilidade assumida por esses colegas, que conciliam a condução de suas unidades de origem com novas frentes de atuação, muitas vezes em contextos de elevada exigência. “Meu primeiro gesto, nesta manhã, é de respeito à magistratura que tem servido ao Tribunal com lealdade e grandeza.”
A juíza auxiliar da Presidência, Lidia de Assis e Souza, também participou da reunião, acompanhando as diretrizes tratadas com os magistrados e a organização dos trabalhos voltados ao fortalecimento da prestação jurisdicional nas unidades atendidas por respondência, auxílio e substituição. “A atuação desses colegas revela grande compromisso com o Tribunal. Trata-se de uma contribuição valiosa, que tem impacto direto no funcionamento das unidades judiciais e na capacidade de resposta do Judiciário goiano.”
Metas do CNJ
Já o Juiz auxiliar da Presidência e coordenador do Núcleo de Governança e Metas, Reinaldo Dutra, esclareceu que o trabalho desenvolvido pelo setor tem servido de apoio técnico à magistratura na identificação dos processos que exigem atenção prioritária para fins de cumprimento das metas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “O Núcleo exerce um papel importante nesse trabalho, ao fornecer aos magistrados informações qualificadas sobre os processos que demandam maior atenção, especialmente aqueles vinculados às metas do Conselho Nacional de Justiça. Esse acompanhamento permite direcionar a atuação jurisdicional de forma mais estratégica, com foco nos indicadores institucionais e nas demandas mais sensíveis, como violência doméstica, Tribunal do Júri e infância e juventude.” Reinaldo ainda aproveitou para destacar que a atuação dos magistrados em respondência, auxílio e substituição tem sido fundamental para o alcance dos objetivos institucionais do Tribunal.