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Juíza condena mulher por crime de injúria racial contra cliente de loja
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A juíza Ângela Cristina Leão, da 1ª Vara Cível, Criminal e da Infância e da Juventude de Goianira, proibiu a realização da festa Frita Comigo, que seria realizada na cidade, por não contar com autorização do município. De acordo com a magistrada, o local não cumpre normas básicas quanto à estrutura física e de segurança.
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O Juiz Rodrigo de Castro Ferreira, do Juizado da Mulher de Jatai, avisa após análise de 253 currículos enviados à unidade judiciária, selecionou 25, cujos candidatos receberão por email as informações sobre a próxima etapa da seleção, que visa contratação de um assistente administrativo.
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Implementar uma nova e arrojada sistemática de trabalho dentro das escrivanias que contribua para a redução efetiva do acervo processual, bem como oportunize ao gabinete uma mais célere entrega da tutela jurisdicional. Com esse viés, o Programa Atualizar, da Corregedoria-Geral da Justiça de Goiás (CGJGO), por meio de uma nova roupagem, executou mais de 15 mil atos na 1ª Vara Cível de Anápolis. O resultado do trabalho foi apresentado pela equipe do programa nesta sexta-feira (31) ao corregedor-geral da Justiça de Goiás, desembargador Walter Carlos Lemes.
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Elisabete Pereira sofreu forte reação alérgica, após submeter os cabelos a uma série de procedimentos químicos no Salão de Beleza Dondokas, em Goianésia. Por causa disso, ela processou o estabelecimento e receberá R$ 3 mil, como indenização por danos morais. A sentença é da juíza Ana Paula de Lima Castro, da 2ª Vara Cível da comarca, que considerou como falha na conduta da cabeleireira a ausência de testes de sensibilidade na cliente antes de aplicar os produtos.
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