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Juíza condena mulher por crime de injúria racial contra cliente de loja
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Foram mais de 8 horas de depoimento de testemunhas e informantes arroladas pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO) no julgamento de Frederico da Rocha Talone e Alessandri da Rocha Almeida, acusados da morte de Martha Maria Cozac e do sobrinho dela, Henrique Talone, de 10 anos, em outubro de 1996. O júri começou às 8h40, desta terça-feira (7) e a previsão é que termine na madrugada desta quarta-feira (8).
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Somente na última segunda-feira (6), primeiro dia de realização, o Mutirão de Conciliação dos Juizados Especiais Cíveis, que acontece no Parque de Exposições Agropecuárias Dr. Pedro Ludovico Teixeira, alcançou R$ 617.717,40 em acordos. O evento é uma iniciativa do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), da Corregedoria Geral de Justiça de Goiás (CGJGO) e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec). A expectativa é que sejam realizadas mais de 7 mil audiências até sexta-feira (10).
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Alvir Pereira da Silva, de 31 anos, não consegue ouvir nem falar. Para se comunicar com seus familiares, desenvolveu linguagem gestual própria. Sem nunca ter recebido instrução escolar, é analfabeto e não consegue trabalhar. Nesta terça-feira (7), primeiro dia do Justiça Ativa em Campos Belos, a juíza Simone Pedra Reis decretou a interdição do rapaz, com curatela à irmã, Marlene Pereira da Silva Madureira.
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Dos sete filhos dos lavradores Tereza José dos Santos e Florisvaldo Alves da Silva, apenas as caçulas, Ana Rosa e Romana, não foram registradas com o nome do pai. Moradores da zona rural de Campos Belos, a certidão de nascimento foi feita sem a presença do genitor, pela distância entre o campo e o cartório, o que culminou na lacuna nos documentos das jovens. Nesta terça-feira (7), após audiência realizada no Justiça Ativa, a ausência foi sanada – mesmo após a morte de Francisco.
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