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Adotar formas práticas, alternativas e inovadoras de educar para a paz no ambiente escolar auxiliando na prevenção e na transformação dos conflitos por meio de metodologias que visem fortalecer as relações interpessoais nas unidades educacionais da rede municipal de Goiânia. Com esse viés, a Corregedoria-Geral da Justiça de Goiás (CGJGO) em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Goiânia (SME) deu início nesta segunda-feira (19) ao Projeto Pilares: Edificando a Cultura de Paz na Escola com os apoios pedagógicos das cinco Coordenadorias Regionais de Educação (CRE) da capital. Desenvolvido pela CGJGO através da Secretaria Interprofissional Forense, o projeto foi idealizado pela juíza Sirlei Martins da Costa (foto), auxiliar da Corregedoria.
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Ele ainda nem sabe falar, mas sua expressão aliada ao sorriso aberto e aos olhinhos brilhantes e atentos dizem tudo. Com apenas quatro meses de vida, o bebê *Miguel se encantou pelo pai ao sentir todo o carinho e o laço indissolúvel que só existe entre pais e filhos quando o preso *Samuel o pegou no colo pela primeira vez. O episódio emocionante não faz parte de nenhum folhetim e aconteceu na vida real durante audiência promovida pelo Programa Pai Presente nesta segunda-feira (19) com 18 presos para reconhecimento voluntário de paternidade. Executado pela Corregedoria-Geral da Justiça de Goiás (CGJGO), essa foi a primeira audiência deste ano realizada com presidiários, no Auditório do Fórum Cível de Goiânia.
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Instituído em Goiás no ano de 2012 com a finalidade de estimular o reconhecimento de paternidade de todos os cidadãos que não tiveram a oportunidade de ter o nome do pai no registro de nascimento, o Programa Pai Presente, executado pela Corregedoria-Geral da Justiça de Goiás (CGJGO), também tem sido utilizado como instrumento de inserção social nos presídios. Demonstração clara desse fato são as audiências para reconhecimento de paternidade de filhos de presos no Estado proporcionadas pelo programa a cada três meses. Nesta segunda-feira (19), será realizada mais uma etapa dessa ação com a realização da primeira audiência deste ano, que oportunizará a 18 presos o reconhecimento espontâneo dos filhos, às 10 horas, no Auditório do Fórum Cível de Goiânia.
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Em 60 dias, todos os transgêneros, travestis e transexuais de Goiás poderão usar o nome social nas ações de retificação de nome e gênero cadastradas no sistema judicial de todo o Estado.
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