
O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Leandro Crispim, apresentou, em sessão ordinária do Órgão Especial realizada na última quarta-feira (27), o Relatório Anual de Atividades 2024 da Diretoria de Auditoria Interna (DAI). O documento foi elaborado em conformidade com a Resolução CNJ nº 308/2020 e com a Resolução TJGO nº 257/2024, que regulamentam as atribuições da área de auditoria no âmbito do Poder Judiciário.
O relatório consolida, de forma objetiva e sistematizada, as informações referentes ao desempenho da DAI ao longo de 2024. O material evidencia o grau de aderência ao Plano Anual de Auditoria (PAA) e apresenta os principais resultados obtidos nas ações de avaliação e consultoria desenvolvidas no período.
Durante a apresentação, o presidente Leandro Crispim ressaltou que o recorte temporal adotado pelo TJGO contempla as auditorias previstas no PAA de 2024 e iniciadas naquele exercício, mesmo que concluídas em 2025. A medida busca oferecer uma visão mais abrangente e aprofundada sobre as atividades realizadas.
“Este relatório representa um instrumento de transparência e de fortalecimento da governança no âmbito do TJGO. As auditorias realizadas pela Diretoria de Auditoria Interna fornecem subsídios valiosos para a tomada de decisões estratégicas e para o aprimoramento contínuo da gestão. Agradeço o empenho e a dedicação de toda a equipe, cujo trabalho técnico reforça a credibilidade e a eficiência do nosso tribunal”, destacou o chefe do Judiciário estadual.
O diretor da Auditoria Interna do TJGO, Marcos Nunes Laureano, reforçou que a Publicação atende ao Estatuto da Auditoria Interna do TJGO — anexo da Resolução nº 257/2024 do Órgão Especial —, em especial os itens 2.2 e 6.3.2, que preveem a prestação anual de contas das atividades. “A estruturação do relatório foi concebida para evidenciar a relação entre o que foi planejado e o que foi executado, bem como apresentar os principais achados, riscos e vulnerabilidades identificados. A proposta é oferecer um conteúdo claro, pragmático e acessível, de modo a facilitar a compreensão de todos que o consultarem”, explicou Marcos Laureano. (Texto: Carolina Dayrell- Centro de Comunicação Social do TJGO)