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O juiz Lourival Machado da Costa coordenará, a partir das 18h01 desta segunda-feira (16), e até às 7h59 do dia 20, os trabalhos do plantão judicial na comarca Goiânia. Também foram convocados o escrivão Wandermarcos das Neves e os oficiais de justiça Yure Mamede e Jurailson Severo Neto.
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As comemorações de final de ano e das festas natalinas no Poder Judiciário goiano começaram nesta segunda-feira (16), com uma missa solene celebrada por Dom Levi Bonatto, bispo auxiliar da Arquidiocese de Goiânia, na Capela Nossa Senhora da Imaculada Conceição do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO). O ato religioso foi acompanhado pelo desembargador presidente Walter Carlos Lemes; pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador Kisleu Dias Maciel Filho; e pelos representantes do governador Ronaldo Caiado, chefe de gabinete Lívio Luciano, e do prefeito de Goiânia Iris Rezende Machado, procurador-geral do Município, Breno Kelves.
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A promotora de justiça Juliana de Almeida França foi condenada por improbidade administrativa por ter usado o cargo para obter vantagens ilícitas. Ela foi condenada a perda da função pública, a pagar multa no valor de 15 vezes sobre o vencimento que recebia e, ainda, a perda dos direitos políticos por três anos. Ela é acusada de elaborar pedidos de revogação de prisão preventiva e de delação premiada em favor de um homem que ela contratou para matar seu ex-marido. O crime de homicídio, contudo, não foi consumado. A sentença é do juiz Liciomar Fernandes da Silva, da comarca de Jaraguá, onde a ré era lotada.
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Libertino Silvestre Fernandes Carneiro, Meire Cardoso de Siqueira e Morgana Mendes Leandro Ferreira Fernandes foram nomeados para exercerem, respectivamente, as funções de Juiz de Paz, 1º e 2º suplentes do distrito judiciário de Aragoiânia, integrante da comarca de Guapó. Mesmas funções serão exercidas em Orizona por Maria Vânia Mendes de Avelar, Sebastiana de Jesus Borges Caixeta e Marina Cecília Soares Abrão. De acordo com os decretos publicados nesta sexta-feira (13), eles atuarão em suas respectivas funções pelo período de três anos. (Texto: Lílian de França – Centro de Comunicação social do TJGO)
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