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Juíza condena mulher por crime de injúria racial contra cliente de loja
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O Projeto Acelerar-Mutirão Previdenciário que será realizado nas comarcas de Aragarças e Jussara na próxima semana, de 12 a 15 de junho, terá a participação de seis magistrados, conforme o Decreto Judiciário nº 808/2018.
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A Associação Unificada Paulista de Ensino Renovado Objetivo Assupero (Unip) deverá pagar R$ 20 mil a estudante Dayane Barbosa Guimarães, a título de reparação por danos morais, por propaganda enganosa ao fornecer diploma restrito a farmacêutico após ter anunciado que o curso superior feito por ela era Farmácia/Bioquímica. A decisão, unânime, é da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), que reformou sentença de primeiro grau. A relatoria é do juiz Francisco Vildon J. Valente.
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O juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 3ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida da comarca de Goiânia, presidirá nesta sexta-feira (8) o júri popular de Sérgio Dantas da Silva Filho. Ele é acusado de mandar matar José Henrique Bezerra do Carmo e chefiar uma associação criminosa de tráfico de drogas. O julgamento será realizado a partir das 8h30, no Fórum Criminal, localizado no Jardim Goiás.
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Um caso inusitado chamou atenção num júri popular realizado nesta quarta-feira (6), sob a presidência do juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 3ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida e Tribunal do Júri. Laurentino de Souza Filgueira, conhecido com Fabinho Doido, foi condenado a 10 anos de reclusão pela morte de José Alberto Ribeiro, em junho de 2016. Fabinho, antes de praticar esse e outros crimes, usava tornozeleira eletrônica e, com o intuito de enganar a central de monitoramento, conseguiu retirar o equipamento e o colocou em um galo até ser considerado foragido. O fato, confirmado por testemunhas, ocorreu quando ele cumpria pena por ter agredido sua ex-mulher.
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