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Juíza condena mulher por crime de injúria racial contra cliente de loja
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A Oi S/A terá de indenizar Mara Rúbia Pires Ribeiro Soares, que se acidentou com um fio de telefone solto enquanto conduzia sua moto. A decisão é da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) que, por unanimidade, seguiu o voto do relator, desembargador Francisco Vildon J. Valente. A sentença do juiz Lusvaldo de Paula e Silva, da 1ª Vara Cível de Goiânia, foi mantida inalterada, condenando a empresa ao pagamento de indenização por danos morais, em R$ 8 mil; por danos materiais, em R$ 2.859,02; e por danos estéticos, em R$ 5 mil.
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O corregedor Nacional de Justiça, ministro João Otávio de Noronha, em visita ao Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), nesta sexta-feira (17), afirmou que é preciso garantir aos magistrados a possibilidade de exercerem a judicatura de maneira independente. Ele foi recepcionado pelo presidente do TJGO, desembargador Gilberto Marques Filho, e pelo corregedor-geral da Justiça de Goiás, desembargador Walter Carlos Lemes.
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O corregedor Nacional de Justiça, ministro João Otávio de Noronha (foto centro), em visita ao Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), nesta sexta-feira (17), afirmou que é preciso garantir aos magistrados a possibilidade de exercerem a judicatura de maneira independente. Ele foi recepcionado pelo presidente do TJGO, desembargador Gilberto Marques Filho (foto à direita), e pelo corregedor-geral da Justiça de Goiás, desembargador Walter Carlos Lemes (foto à esquerda).
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O juiz Rinaldo Aparecido Barros mandou a júri popular uma diarista, de 23 anos, acusada de ter matado o próprio filho recém-nascido e ocultado o cadáver. A decisão foi tomada durante o programa Justiça Ativa, do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), promovido na comarca de Niquelândia, entre os dias 14 a 16 de fevereiro.
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