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O Programa Justiça Ativa do Tribunal de Justiça do Estado (TJGO) termina, nesta quinta-feira (16), em Niquelândia, localizada no Norte goiano, mais uma edição dos trabalhos na comarca. Somente nos dois primeiros dias do evento, iniciado na terça-feira (14), foram movimentados 750 processos, com 270 audiências realizadas e 117 sentenças proferidas. Para o diretor do Foro local, juiz substituto Jesus Rodrigues Camargos, estes números são significativos “porque atendem a uma demanda reprimida e possibilita um trâmite mais rápido nos processos que ainda restam, tendo em vista que as sentenças proferidas são arquivadas ou passam para a fase de execução”. O magistrado ressaltou, ainda, que normalmente as sentenças proferidas durante o Justiça Ativa são, em sua quase totalidade, cumpridas espontaneamente pelas partes”.
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Em consonância com a Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) e total empenho no cumprimento de todas as determinações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Corregedoria Geral da Justiça de Goiás (CGJGO) promoverá um esforço concentrado para agilizar o julgamento dos procedimentos administrativos. Para o cumprimento desse objetivo, o desembargador Walter Carlos Lemes, corregedor-geral da Justiça de Goiás, já determinou a realização de uma força-tarefa, que ficará sob a responsabilidade do juiz Murilo Vieira de Faria, auxiliar da CGJGO, uma vez que a maioria dos feitos estão relacionados à sua atribuição.
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A Ouvidoria do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás realizou, nesta quinta-feira (16), a primeira reunião desta nova gestão, conduzida pelo desembargador Itamar de Lima, novo ouvidor titular, para apresentação e organização da equipe. Participou, também, a desembargadora Sandra Regina Teodoro Reis, ouvidora suplente.
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A Igreja do Evangelho Quadrangular da cidade de Catalão terá de pagar R$ 10 mil de indenização por dano moral coletivo, por fazer barulho em dias de culto, acima do limite legal permitido. A decisão é da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) que, por unanimidade, seguiu de voto da relatora, desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, para manter sentença da comarca de Catalão.
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