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A 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) negou recurso interposto pela Central Nacional da Unimed, mantendo sentença da comarca de Goiânia, que determinou ao plano de saúde a cobertura do medicamento Lynparza – Olaparibe 150 mg, a uma segurada idosa, diagnosticada com câncer de ovário. Uma caixa do remédio custa de R$ 20 mil a R$ 30 mil nas principais farmácias do país. O voto unânime foi relatado pelo desembargador Fausto Moreira Diniz.
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“Eu me olho no espelho e só vejo a violência. Eu refiz a minha vida e as pessoas dizem que eu sou uma vencedora, mas eu não me sinto assim. Eu não consigo. Sinto um vazio muito grande, ele não tinha o direito de roubar a vida que eu tinha, só por eu ser mulher e não ter forças”. A afirmação é de Vânia*, 36 anos, moradora do Estado de Goiás, que há seis anos teve o nariz arrancado por uma mordida do ex-marido, que tentava atingir seu pescoço com uma faca.
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Durante o período de pandemia da Covid-19, citações podem ser feitas por WhatsApp ou aplicativos similares, independente das partes terem feito credenciamento prévio para o recebimento das mensagens. O entendimento é da Turma de Uniformização dos Juizados Especiais do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), que julgou Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR). O relator do voto foi o juiz Algomiro Carvalho Neto, a fim de oferecer isonomia e segurança jurídica aos julgamentos.
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Kátia Soares Pereira Teles, de 40 anos, vai a júri popular, nesta terça-feira (6), acusada de matar seu companheiro, Joel de Souza Teles, e esconder o corpo no quintal. O crime ocorreu no dia 19 de maio de 2018 no Setor Parque Tremendão, em Goiânia. A sessão de julgamento será realizada a partir das 8h30, no Fórum Criminal, no Jardim Goiás, sob a presidência do juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 3º Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida e Tribunal do Júri de Goiânia.
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