processos na justi  a   fp 023-349525Em 60 dias, todos os transgêneros, travestis e transexuais de Goiás poderão usar o nome social nas ações de retificação de nome e gênero cadastradas no sistema judicial de todo o Estado.

A troca de experiências, a agregação de novos conhecimentos e a importância da área relacionada à Infância e Juventude para o bom funcionamento da própria Justiça foram alguns pontos ressaltados pelo juiz Cláudio Henrique Araújo de Castro, auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Goiás, ao abrir nesta sexta-feira (2) a segunda etapa do curso de capacitação dos conselheiros tutelares de Goiás, no Fórum Cível de Goiânia. O evento, que é uma parceria da CGJGO com a Coordenadoria da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de Goiás e o Ministério Público de Goiás (MP-GO), conta com a participação de aproximadamente 300 profissionais dos municípios da 3ª, 7ª e 9ª Regiões. 

Neste ano, pela primeira vez, a Corregedoria-Geral da Justiça de Goiás (CGJGO) irá certificar e condecorar o desempenho de várias unidades judiciárias do Estado, bem como de magistrados e servidores, em razão do expressivo número de processos referentes aos crimes dolosos contra a vida, que resultou na realização de 155 júris em novembro de 2017. A sessão solene será realizada nesta quinta-feira (8), às 14 horas, no 2º Tribunal do Júri de Goiânia e será conduzida pelo corregedor-geral da Justiça de Goiás, desembargador Walter Carlos Lemes. Serão homenageados 17 juízes e 16 servidores, cuja premiação ocorrerá nos moldes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em três categorias: Selo Ouro (mais de oito sessões), Prata (entre cinco e oito sessões) e Bronze (pelo menos quatro sessões).

Sugerir a alteração da competência de uma vara já existente na comarca de Goiânia para o julgamento de crimes cometidos por organizações criminosas e de ações relacionadas a improbidade administrativa com a designação de mais dois juízes em auxílio, por indicação do Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, após a aprovação da Corte Especial. Essa foi uma das propostas  sugeridas pela Comissão de Combate ao Crime Organizado em reunião (foto) realizada na manhã desta segunda-feira (19), na Sala de Reuniões da Presidência do TJGO. 

Como forma de se aproximar ainda mais da população e estimular a consciência da responsabilidade social, o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás instituiu e regulamentou, por meio do Decreto Judiciário nº 1.445/17, assinado pelo presidente do TJGO, desembargador Gilberto Marques Filho, o Programa de Serviço Voluntário no âmbito do Poder Judiciário. A medida, que dá cumprimento à Meta 6 do Plano de Gestão da Corregedoria-Geral da Justiça de Goiás (CGJGO), que dispõe sobre a conciliação em forma de serviço voluntário no Poder Judiciário goiano em três comarcas, permite que a atividade não remunerada seja exercida na instituição por pessoa física maior de 18 anos, servidores públicos aposentados, estudantes ou pessoas formadas nas áreas afetas ao Judiciário.

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