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Juíza condena mulher por crime de injúria racial contra cliente de loja
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O Hospital Municipal Atanásio Ferreira Cunha, representado pelo Município de Aloândia, e um médico da unidade hospitalar, foram condenados, de forma solidária, à reparação civil de uma paciente que conviveu por muito tempo com uma gaze em seu corpo, após um procedimento cirúrgico realizado neste hospital. A juíza Ana Paula Tano, da Vara das Fazendas Públicas da comarca de Joviânia, fixou em R$ 50 mil reais os danos morais, e em R$ 950 reais os danos materiais, gastos em nova intervenção para a retirada do corpo estranho.
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O aplicativo de transporte 99 Pop foi condenado a pagar danos morais, arbitrados em R$ 8 mil, a um motorista que foi descredenciado da plataforma sem aviso prévio. A sentença é da titular do 3º Juizado Especial Cível da comarca de Anápolis, Luciana de Araújo Camapum Ribeiro.
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A Divisão de Gerenciamento de Sistemas do Segundo Grau informa que, desde segunda-feira (20), está disponível a serventia do plantão judiciário do 2º Grau do Órgão Especial para matérias cuja competência devam ser analisadas em caráter de urgência pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça. Ainda conforme a Divisão de Gerenciamento de Sistemas, esta funcionalidade visa atender às diversas solicitações feitas pelos advogados.
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A juíza Placidina Pires, da Vara dos Feitos Relativos a Delitos Praticados por Organização Criminosa e de Lavagem de Capitais, condenou quatro integrantes de um grupo envolvido em fraudes em contas bancárias e golpes por telefone. Eles são acusados de ligar para pessoas, aleatoriamente, e se passarem por parentes que necessitam de dinheiro, prática conhecida, popularmente, como “bença tia”.
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