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Foi realizada nesta sexta-feira (11) a aula inaugural do Curso de Libras - Língua Brasileira de Sinais. A iniciativa é da Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) em parceria inédita com a Escola Judicial de Goiás (Ejug). As aulas são ministradas pelo analista judiciário José Gabriel Antunes Assis, que atua como mediador no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc).
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O Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (Nupemec/TJGO) realizou, nesta quinta-feira (10), o segundo dia da 3ª edição do Encontro Estadual de Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania do Estado (Cejuscs). A programação do evento foi dividida em dois dias, sendo o primeiro em 27 de maio, com palestrantes de Goiás e de outros estados. Na ocasião, o presidente do TJGO, desembargador Carlos Alberto França, fez a abertura e ressaltou o apoio da gestão com a política da conciliação e mediação, lembrando que “essa é uma área que o Judiciário goiano sempre se destacou”.
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A TV Anhanguera, afiliada da TV Globo em Goiás, exibiu, nesta quinta-feira (10), o último episódio da série Infância Desprotegida, realizada em parceria com o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, por meio da Coordenadoria da Infância e Juventude. Com quatro reportagens, a série abordou a violência física, psicológica e sexual sofrida por crianças e adolescentes. Esse grupo foi vítima de 70% dos casos notificados no Estado no ano passado.
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O Brasil possui mais de 213 milhões de habitantes, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Desse total, a maior parte é formada por mulheres, que representam 51% da população. Se o público feminino é maioria, por que, usualmente, quando pretende-se generalizar, refere-se ao todo como, apenas, “os brasileiros”, no gênero masculino? As normas da língua culta portuguesa indicam: para mencionar o todo, mesmo que haja apenas um homem entre milhares de mulheres, o gênero base é o masculino. No entanto, a linguagem acompanha as revoluções sociais e a busca por uma sociedade mais igualitária e inclusiva perpassa, também, pela forma como se escreve e se fala.
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