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Juíza condena mulher por crime de injúria racial contra cliente de loja
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A ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e corregedora nacional de Justiça, Nancy Andrighi, e o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Leobino Valente Chaves, lançaram em Goiás, na tarde desta segunda-feira (21), o programa Redescobrindo os Juizados Especiais. O Estado é o primeiro a receber a visita da ministra e a aderir à iniciativa.
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A Escola Superior da Magistratura do Estado de Goiás (Esmeg) realizará, no segundo semestre deste ano, cursos sobre o novo Código de Processo Civil (CPC) em 11 comarcas-sedes das Regiões Judiciárias do Estado de Goiás.
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A partir desta terça-feira (22), homens acusados de violência doméstica vão participar de um grupo reflexivo, formado por psicólogos e assistentes sociais. Segundo o juiz William Costa Mello (foto), do 2º Juizado da Mulher de Goiânia, a iniciativa tem objetivo de promover conscientização acerca dos crimes de gênero e é realizada por meio de uma parceria da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) com o Governo do Estado e com a Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO). As reuniões serão às 18h30, no Centro de Referência e Igualdade (Crei), unidade da Superintendência Estadual Executiva da Mulher e da Igualdade Racial.
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Em decisão monocrática, o desembargador Orloff Neves Rocha (foto) manteve o bloqueio de bens ao padre Luiz Augusto Ferreira da Silva no valor de R$ 14.498.228,80. Luiz Augusto é acusado de ser “servidor fantasma” da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) por 20 anos. A liminar foi deferida, em primeiro grau, pelo juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Goiânia, Eduardo Tavares dos Reis.
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