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Maurício Sousa prestou concurso para secretário assistente do Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO) em 2007, ficando em 54º lugar. Prorrogado, o certame teve validade até o fim de 2011. Dois dias antes de expirar a seleção, o candidato foi nomeado. Contudo, sem a publicidade adequada e notificação pessoal, Maurício sequer soube da oportunidade e acabou perdendo a vaga. Para a 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), por unanimidade de votos, a falha na divulgação garante o direito de posse ao cargo, em sede de segurança deferida. O relator foi o desembargador Orloff Neves Rocha (foto).
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Em sentença proferida nesta quinta-feira (7), o juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal de Goiânia, determinou que o vigilante Tiago Henrique Gomes da Rocha seja submetido a júri popular pelo homicídio da estudante Juliana Neubia Dias, de 22 anos, com duas qualificadoras: motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. O crime aconteceu em julho do ano passado em um semáforo, localizado no cruzamento da Avenida Mutirão com a Avenida D, no Setor Oeste, em Goiânia.
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Os diretores do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), Stenius Lacerda Bastos (Diretoria Geral) e Wanessa Oliveira Alves (Diretoria Administrativa) estiveram nesta quinta-feira (7) em Jussara, prestigiando o Programa Justiça Ativa que está sendo realizado na comarca. Quinze juízes de várias comarcas estão dando suporte ao evento, com o objetivo de solucionar 250 processos marcados para os dois dias do mutirão. Conforme o diretor-geral, a visita coaduna com as diretrizes traçadas pela administração Leobino Valente Chaves, que tem como meta prioritária o primeiro grau de jurisdição.
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A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), por unanimidade de votos, manteve sentença do juiz da 11ª Vara Criminal de Goiânia, Donizete Martins de Oliveira, que condenou um homem a 12 anos de reclusão, em regime inicial fechado, por ter estuprado a neta de criação. A menina contava com 5 anos de idade à época e o crime foi flagrado pela avó, que encontrou seu companheiro abusando da menina em uma construção inacabada vizinha de sua casa. O relator do processo foi o juiz substituto em segundo grau Jairo Ferreira Júnior (foto).
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