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Juíza condena mulher por crime de injúria racial contra cliente de loja
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O juiz Felipe Morais Barbosa (foto), que responde pela Vara Criminal da comarca de Quirinópolis, participou, no dia 27 de março, de um mutirão que forneceu atendimento individualizado a 160 detentos do presídio local.
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A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), por unanimidade de votos, negou trancamento de ação penal contra Vagno José Santana pelo crime de denunciação caluniosa. Ele é acusado de ser o autor de um e-mail enviado em 2012 ao Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), no qual afirmou que um promotor teria recebido R$ 12 mil de Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, para suspender a notificação e propor um termo de ajuste de conduta para as loterias. A relatora do processo foi a desembargadora Avelirdes Almeida Pinheiro de Lemes (foto).
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O município de Campo Alegre segue proibido de usar, confeccionar e exigir uso de uniforme que contenha o símbolo do administrador ou da administração. A decisão monocrática é do juiz substituto em segundo grau, Sebastião Luiz Fleury (foto), que manteve antecipação de tutela deferida pela juíza da Vara das Fazendas Públicas, Registros Públicos, Ambiental e 2ª Vara Cível de Ipameri, Maria Antônia de Faria.
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Adriano Machado Flores, que já cumpre pena na Penitenciária Odenir Guimarães, foi condenado a 2 anos e 6 meses de reclusão, em regime fechado, por estelionato. Ele aplicou o golpe vulgarmente conhecido como “Bença, tia!”, no qual telefona, de dentro do presídio, para um número aleatório e se passa por um parente do interlocutor, a fim de obter vantagem econômica. A sentença é da juíza Placidina Pires (foto), da 10ª Vara Criminal de Goiânia.
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