
Com mais de seis mil alunos atendidos ao longo de 2024 e 2025, o maior programa de formação continuada do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), o Ejug na Estrada do Conhecimento, começou 2026 em atendimento às comarcas de Bela Vista de Goiás, Bom Jesus de Goiás, Cocalzinho de Goiás, Edéia, Goianápolis e Vianópolis.
As carretas, transformadas em salas de aulas móveis, capacitam servidores e colaboradores do Poder Judiciário, conselheiros tutelares e membros da comunidade sobre linguagens, atendimento humanizado, ética, sustentabilidade no serviço público, Inteligência Artificial, Engenharia de Prompt, Justiça 4.0 e depoimento especial, dentre outros temas.

As estruturas são equipadas com aparelhos de ar-condicionado, computadores e materiais didáticos modernos. Os professores lecionam pela manhã e tarde, por duas semanas, e dividem os conteúdos em gerais e institucionais. O intuito é aprimorar a prestação jurisdicional e melhorar a qualidade dos serviços públicos. Na oficina, em cada comarca, os alunos produzem sempre uma “Carta de serviços ao cidadão”, onde prestam informações de sua comarca com transparência e ratificam o compromisso com o serviço oferecido ao público.

“Essa reunião presencial com os servidores de todas as áreas do Fórum é bastante positiva, pois possibilita interação, escutas efetivas, sentimento de pertencimento e percepção por parte dos servidores terceirizados, tendo em vista não serem o público-alvo da maioria dos eventos e cursos oferecidos pelo Tribunal”, observa a servidora Camila Medeiros Bastos da Costa, da comarca de Cocalzinho de Goiás.
“Tem sido dias de grandes aprendizados, possíveis de se conhecer mais sobre os sistemas utilizados pelo TJGO, além da oportunidade de se aprender sobre as IAs desenvolvidas pelo Tribunal, como a ANA, Agaia e a Berna. Além dos novos conhecimentos adquiridos, participamos de dinâmicas que visaram melhorar o ambiente de trabalho e trazer mais convivência para a equipe da comarca. Durante a semana, fomos instruídos pela Ana Lúcia, que agregou muito em todo esse processo”, conta a estagiária Júlia Garcia Ribeiro, da comarca de Goianápolis.

(Texto: Loren Milhomem – Escola Judicial de Goiás/Ejug)

