
A Escola Judicial do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (Ejug) é semifinalista do Prêmio Innovare 2026, na categoria “Tribunal”. A Ejug está inscrita com o projeto de formação continuada “Ejug na Estrada do Conhecimento”, e recebeu, nesta segunda-feira (6), a visita institucional de um consultor do Instituto Innovare, instituição parceira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que veio conhecer in loco o funcionamento do programa.
Em sua 23 edição, o Prêmio Innovare tem por objetivo identificar, divulgar e difundir práticas que contribuam para o aprimoramento da Justiça no Brasil. Participam da comissão julgadora ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Tribunal Superior do Trabalho (TST), desembargadores, promotores, juízes, defensores e advogados.
O consultor do Instituto Innovare, Altivo José, foi recebido pela coordenadora executiva da Ejug, Eunice Machado Nogueira, que o apresentou à equipe da escola e à estrutura da sala de aula móvel, instalada na sede do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO). O consultor recebeu as devidas explicações sobre o funcionamento do projeto e assistiu aos vídeos com depoimentos de servidores e colaboradores do Poder Judiciário, bem como conselheiros tutelares e da comunidade capacitados pelo Ejug na Estrada do Conhecimento. “Estão de parabéns por essa prática tão inovadora de democratizar o acesso ao conhecimento”, afirmou o consultor. 
O projeto já passou por todas as comarcas do estado de Goiás e capacitou mais de 6 mil pessoas, em aulas sobre linguagens, atendimento humanizado, ética, sustentabilidade no serviço público, Inteligência Artificial, Engenharia de Prompt, Justiça 4.0 e depoimento especial, dentre outros temas.

As estruturas são equipadas com aparelhos de ar-condicionado, computadores e materiais didáticos modernos. Os professores lecionam pela manhã e tarde, por duas semanas, em cada comarca, e dividem os conteúdos em gerais e institucionais. O intuito é aprimorar a prestação jurisdicional e melhorar a qualidade dos serviços públicos. Nas oficinas nas comarcas, os alunos produzem sempre uma “Carta de serviços ao cidadão”, onde prestam informações de sua comarca com transparência e ratificam o compromisso com o serviço oferecido ao público. (Texto: Loren Milhomem / Escola Judicial - Ejug)

