
Servidoras e servidores do Poder Judiciário lotaram os quatro auditórios do Complexo dos Tribunais do Júri, no Fórum Cível de Goiânia, nesta quinta-feira, 28, durante as nove Oficinas de Gestão de Metas e Prêmios promovidas no segundo dia de atividades do 11º e último Encontro Regional da gestão do desembargador Leandro Crispim, que é sediado em Goiânia (1ª Região Judiciária).
As oficinas aconteceram de forma presencial e simultânea com o objetivo de auxiliar o corpo funcional do Poder Judiciário estadual na compreensão das metas nacionais e dos painéis do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a fim de assegurar uma prestação jurisdicional mais eficiente à sociedade. As oficinas foram coordenadas pelo Juiz Reinaldo de Oliveira Dutra, auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça de Goiás.

Foram painelistas além do Juiz Reinaldo Dutra, a juíza Patrícia Bretas, diretora do Foro de Goiânia; o juiz Aldo Guilherme Saad Sabino de Freitas, auxiliar da Presidência do TJGO; a secretária-geral da Presidência, Dahyenne Mara Martins Lima Alves; a assessora da Presidência, Brenna Martins; além dos (as) facilitadores (as) atuantes nas nove oficinas técnicas distintas.
Pela manhã, as oficinas foram divididas em quatro grupos: Vara Criminal, Família e Sucessões, Organização Criminosa e Execução Penal. À tarde, a composição foi: Vara Cível, Fazenda Pública, Juizado da Infância e Juventude, Juizado Especial Cível e Tribunal do Júri.

Empatia e humanização
Participante da oficina, Suelen Marion, assistente de Juiz da 1ª Vara Criminal dos Crimes Dolosos Contra a Vida e Tribunal do Júri de Goiânia, disse que as práticas ensinam a desenvolver empatia para que servidores de outras áreas aprendam a se colocar em posições que geralmente não ocupam.
“Essas oficinas nos ajudaram muito na integração e tivemos a oportunidade de inverter os papéis. Ocupamos funções diferentes e a experiência tem sido muito interativa, dinâmica”, comentou.
Na opinião do servidor Lucas Brunal, conciliador do 10º Juizado Especial Cível de Goiânia, as histórias expostas pelos magistrados dos juizados dão uma melhor compreensão de como o atendimento ao público deve ser mais humanizado, especialmente os mais carentes.
“É gratificante entender o motivo pelo qual você atua no juizado para abraçar essa causa que é atender com dignidade as pessoas hipossuficientes”, salientou. (Texto: Myrelle Motta - Diretora de Comunicação Social da Corregedoria-Geral da Justiça de Goiás/Fotos: Acaray Martins - Centro de Comunicação Social do TJGO/Imagens para as redes sociais: Agno Santos - Centro de Comunicação Social do TJGO)